Ser-Luz, a Iluminação Cênica cada dia está mais exigente quanto ao uso de uma terminologia específica, por isso esta série especial para que possa se profissionalizar mais ainda. Quero convidá-lo a conhecer também o CURSO ILUMINAÇÃO CÊNICA ON-LINE, um curso pioneiro no Brasil desse estudo através de área de alunos. Clique aqui para conhecer mais. Fontes de Luz: Lâmpadas de filamento Segundo post e vamos falar sobre as fontes de luz para a Iluminação Cênica. Conto uma curiosidade, que antes de Thomas Edison lançar sua lâmpada incandescente, no final do século 19 havia na iluminação pública e também em faróis de navegação dos portos. Era um sistema composto por dois eletrodos de carvão muito próximos, por onde passava uma descarga elétrica, produzindo uma luz muito intensa, fato que impossibilitava seu uso em ambientes fechados como comércios e residências. Esse princípio lumínico foi conhecido como sistema de arco-voltaico, atualmente é usado nas lâmpadas de arco e mistas (falarei melhor nos próximos posts sobre isso), mas fiquem com a imagem de um sistema desses, do século XIX, e tentem imaginar como era: foto retirada do site: http://mfisica.nonio.uminho.pt/index.html Com a evolução rápida da física, foi a chance que os físicos e estudiosos da época tiveram o princípio para os estudos da lâmpada elétrica. Mas foi Thomas Edison quem saiu à frente e a popularizou, criou uma lâmpada composta por um envólucro de vidro que em seu interior havia uma resistência fechada a vácuo, gerando uma luz equivalente a 2 lúmens. Assim era possível ser colocado em qualquer lugar e com mais segurança que as lâmpadas a gás e de arco, começando assim sua industrialização e comercialização em escala. O princípio desta lâmpada de Thomas Edison existe até hoje, e no dia a dia já tivemos muito em nossas casas. São as lâmpadas incandescentes, a grandes vilãs de nossa conta de energia no final do mês, e é sobre elas que começo o artigo sobre lâmpadas, e os próximos serão sobre as lâmpadas fluorescentes e por último as lâmpadas de arco e descarga, no anterior falei sobre as suas grandezas para podermos entender alguns tópicos melhor. ENTENDO O SISTEMA DE UMA LÂMPADA Tomo como base de qualquer lâmpada, quatro fatores: – BULBO (geralmente de vidro ou cristal de quartzo) – GÁS INERTE (vejam os gases nobres da tabela periódica) – PRODUTOR DE LUZ (filamento com metal de tungstênio ou eletrodos) – BASE (rosca ou bipino) lâmpada incandescente comum LÂMPADA INCANDESCENTE O próprio nome dessa lâmpada já descreve muita coisa, a luz “acontece” com a corrente elétrica passando pelo filamento (resistência) aquecendo-o, provocando o fenômeno da incandescência (igual uma brasa na lareira), que a medida em que se aquece produz a luz. Já disse que essa lâmpada é uma vilã na nossa conta de energia, pois, 90% é transformado em calor e somente 10% em luz, isto não tem nada a ver com temperatura de cor da lâmpada, ja abordei sobre o assunto no post anterior sobre as grandezas lumínicas. Geralmente essa lâmpadas tem seu bulbo produzido em vidro ou cristal de quartzo, fechado a vácuo, com potências até 200 Watts, e sua base é de rosca. Essas lâmpadas tendem a ficar com o bulbo escuro por quê quando ocorre a reação da incandescência, são liberados pelo filamento do metal de tunsgstênio elétrons “que não voltam” que são depositados nos bulbos das lâmpadas (por isso são lâmpadas maiores), fazendo com que o filamento se desgaste, reduzindo sua vida útil. Fotos desse tipo de lâmpada: alguns modelos de lâmpadas incandescentes especiais LÂMPADA HALÓGENA Tem o mesmo princípio da incandescente, com algumas diferenças: – o seu bulbo é feito de cristal de quartzo, podendo suportar uma temperatura muito maior. – dentro dessas lâmpadas existe um gás halógeno que produz o que chamamos de “ciclo do halogêneo”; esse gás “captura” o elétron liberado pelo tungstênio voltando-o a sua origem, proporcionando uma maior durabilidade da lâmpada e redução de seu tamanho. – consequentemente temos uma potência maior desse tipo de lâmpada, chegando até 5000 Watts. Essas lâmpadas são as mais usadas em teatro, TV e cinema, por serem incandescentes produzem uma Temperatura de Cor próxima ao tom Amarelo e vermelho, deixando um clima bem agradável e deixa a cor da pele mais corada, além de podem ser dimerizadas. Fotos desse tipo de lâmpada: Lâmpada AR, geralmente usada em arquitetura, tem o facho bem concentrado é geralmente combinada com espelhos dicróicos lâmpada halógena dicróica = uso frequente para quadros As lâmpadas acima, levam esse nome devido ao material dicróico que tem a capacidade de dividir um dos feixes dos comprimentos de ondas, no caso aqui é o vermelho, liberando o calor e deixando a luz “mais branca”; essa habilidade é encontrada em filtros e espelhos especiais (a palavra surge do grego: dichroos – bicolor) lâmpadas halógenas bipinos = geralmente usadas em abajoures e pendentes para decoração lâmpada halógena PAR 36 = utilizada em jardins lâmpada halógena “palito” = utlizado para iluminar área maiores como quintais e jardins (será melhor abordadas em refletores) lâmpada halógena T19 = uso em aparelhos de iluminação profissional (será melhor abordadas em refletores) lâmpdas PAR (Parabolic Aluminezed Reflector) 64 = uso profissional (serão melhor abordadas em refletores) Para manuseio dessa lâmpada deverá ser utilizado luvas, ou algum material que não toque diretamente com a sua pele, que deixa resíduos de sujeira e gordura, e quando aquecida “frita o bulbo” e diminui o tempo de vida útil da lâmpada, podendo correr também o risco de algum acidente. Bem, escrevi demais, finalizo aqui mais uma parte sobre lâmpadas, espero que já tenha auxiliado um pouco mais, quaisquer dúvidas que venha a surgir só entrar em contato. Aproveite e baixe seu e-book gratuito INSTRUMENTOS NA ILUMINAÇÃO CÊNICA. Informações: foto de capa: https://br.pinterest.com/pin/537828380478733165/ Brindes especiais do post Saiba mais no maior canal sobre Iluminação Cênica do Brasil, inscreva-se GRÁTIS agora mesmo aqui. Agora poderá ouvir o Podcast do “Cartilha
Iluminação Cênica e Luminotécnica – 1/4: Introdução
Ser-Luz, neste artigo especial, comentarei em 4 posts especiais sobre o que e como utilizar em nosso trabalho. Inicio aqui uma série de dicas sobre luminotécnica, antes de tudo vamos entender o que é: LUMINOTÉCNICA: o estudo da aplicação de iluminação artificial tanto nos espaços interiores quanto exteriores. Tem o objetivo de definir uma iluminação mais funcional, em ambientes que necessitem cálculos e uma distribuição de luminárias, controle de ofuscamento, controle da luz, temperatura de cor e IRC. Fonte: “DICIONÁRIO DE ILUMINAÇÃO CÊNICA”, de Alessandro Azuos Inicio uma série de artigos especiais da qual dedicarei ao tema da LUMINOTÉCNICA, para que você entenda a importância de seu uso para a criação de Iluminação de Palco (ou Cênica, como preferir). Iluminação Cênica: está cada vez mais solicitando conhecimentos luminotécnicos. Este será um dos poucos posts da internet sobre esse tema que está alinhado ao conhecimento de seu uso para a Iluminação Cênica. Infelizmente grande parte dos profissionais torcem o nariz quando se fala em técnicas aplicadas ao uso da luz, mas saiba que esse conhecimento trará um grade diferencial para seus Projetos em Iluminação. Lembre-se sempre que trabalhamos com “luz e iluminação”, conheça suas diferenças e aspectos físicos, a luz não se limita na arte de seu uso, mas também no conhecimento científico físico e químico. Quero convidá-lo a conhecer também o CURSO ILUMINAÇÃO CÊNICA ON-LINE, um curso pioneiro no Brasil desse estudo através de área de alunos. Clique aqui para conhecer mais. Neste primeiro post abro falo sobre as Grandezas da Luz. Vamos lá então!!! Luminotécnica e a Iluminação Cênica Sempre que coloco em questão a abordagem sobre as lâmpadas elétricas. A comparo ao surgimento da fala, escrita e ao fogo, e questiono a importância de sua criação como um fator essencial e importante em nossas vidas. Para nós, Profissionais em Iluminação no Entretenimento, temos a possibilidade de controlar sua luminosidade nos espetáculos, dando-nos uma praticidade e liberdade inesgotável no processo de criação da luz. GRANDEZAS FOTOMÉTRICAS Fluxo Radiante e Fluxo Luminoso Esse conceito é de grande importância para os estudos de iluminação. Ele representa uma potência luminosa emitida por uma fonte luminosa por segundo. Em todas as direções, sob a forma de luz.Sua unidade é o Lúmen (lm). Em uma analogia com a hidráulica, seria como um chafariz esférico, dotado de inúmeros furos na sua superfície. Os raios luminosos corresponderiam aos esguichos de água dirigidos a todos as direções e decorrentes destes furos. Conforme o Dicionário de Iluminação Cênica: FLUXO LUMINOSO: é quantidade de luz emitida por uma FONTE DE LUZ em todas as suas direções, produzindo o ESTÍMULO VISUAL; medida em LÚMENS (lm). Iluminância Por definição podemos dizer que a iluminância é o Fluxo Luminoso (Lúmem) incidente numa superfície por unidade de área (m2). Sua unidade é o lux e símbolo a letra “E”. Na prática, é a quantidade de luz dentro de um ambiente.Pode ser medida com o auxílio de um luxímetro. Como o fluxo luminoso não é distribuído uniformemente, a iluminância não será a mesma em todos os pontos da área em questão. Conforme o Dicionário de Iluminação Cênica: ILUMINÂNCIA: é o Fluxo Luminoso incidente sobre uma superfície, medido em LUX (lx). Tem como símbolo a letra “E”. Existe uma normatização para os níveis de iluminância que poderão ser consultados na NR 5413 – Iluminância de Interiores, essa norma determina a quantidade de níveis de iluminância em lux (lx) para cada tipo de ambiente. A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) descreve o termo ILUMINÂNCIA como sendo o “limite da razão do FLUXO LUMINOSO pela superfície em torno de um ponto considerado, para a área da superfície quando esta tende para o zero.” (NBR 5413/1992). Luminância (Brilho ou Brilhância) A unidade da luminância é a candela /m2 o seu símbolo é L. Luminância é a sensação de claridade ou, em outras palavras, é a Intensidade Luminosa que emana de uma superfície, através de sua superfície aparente. O reflexo. Conforme o Dicionário de Iluminação Cênica: LUMINÂNCIA: é luz refletida de qualquer superfície que provoca o estímulo da visão. Tem como unidade de medida a Candela por Metro Quadrado (cd/m²). Mais Grandezas, para uso na Iluminação Cênica Eficiência Luminosa Podemos chamar de eficiência luminosa que é o quociente entre o fluxo emitido em lúmens pela potência consumida em Watts. Resumindo em outras palavras, esta grandeza retrata a quantidade de “luz” que uma fonte luminosa pode produzir a partir de uma potência elétrica de 1 Watt. Quanto maior o valor de eficiência luminosa de uma determinada lâmpada, maior será a quantidade de luz produzida com o mesmo consumo. As lâmpadas se diferenciam entre si não só pelos diferentes Fluxos Luminosos que elas irradiam, mas também pelas diferentes potências que consomem. Para poder compará-las, é necessário que se saiba quantos lumens são gerados por watt absorvido. Conforme o Dicionário de Iluminação Cênica: EFICIÊNCIA LUMINOSA: é uma informação que mostra a correlação entre a FONTE DE LUZ (lm) dividida pelos WATTS (potência consumida), numa equação muito simples: lm/W. EFICIÊNCIA DA LUMINÁRIA: corresponde a uma relação percentual (%) de quanto uma LUMINÁRIA e sua FONTE DE LUZ (LÂMPADA) deixam passar o FLUXO LUMINOSO. Temperatura de cor É a grandeza que expressa a aparência de cor da luz, sendo uma unidade Kelvin (K), quanto mais alta a temperatura de cor, mais branca é a cor da luz. A “luz quente” é a que tem temperatura de cor baixa 3000K ou menos. A “luz fria”, ao contrário, tem aparência azul violeta, com temperatura de cor elevada de 6000K ou mais. A “luz branca natural” emitida pelo Sol em céu aberto ao meio dia, tem temperatura de cor em 5800K. Conforme o Dicionário de Iluminação Cênica: TEMPERATURA DE COR: expressa a aparência da cor de uma FONTE DE LUZ, quando dizemos se ela é “quente” ou “fria”; tecnicamente esse valor é medido numa escala hipotética de medida em graus KELVIN (K), podendo variar desde tons mais avermelhados e amarelos em torno de 3.000K, passando
Cor na Iluminação Cênica em Livros
Ser-Luz, um dos assuntos mais comentados é sobre o uso da Cor na Iluminação Cênica. Em meu CURSO ILUMINAÇÃO CÊNICA ON-LINE, comento em aproximadamente 2 horas de aula sobre este assunto, que é de tanto interesse dos Profissionais em Iluminação. Em meu Instragram ( @alessandroazuos ) abro praticamente todos os dias para perguntas através dos Stories, e é um dos assuntos mais pedidos, por isso crio este post, tão especial. A busca pelo uso da Cor na Iluminação Cênica é tão grande que descreverei diversos livros que possuo, outros não, ou que somente li em minha trajetória de 21 anos de carreira. Quero que saiba que não existe um único livro específico, é uma pesquisa que deverá investir um certo tempo e dinheiro, pois, os livros para esta área requerem um certo investimento. Deixo também um link junto as fotos e comentários, que o levarão ao site para aquisição, porém não é obrigatório. Algo que adianto é poderá investir aos poucos nessas preciosidades, alguns até raros, por que você, como profissional deve dominar o uso da Cor na Iluminação Cênica. Saiba que aquisição de livros físicos e digitais é um investimento na carreira, ou prefere ficar sem investir em algo que é tão precioso em sua vida? Quero deixar claro que a lista abaixo é aleatória, não quer dizer que um é mais importante que o outro. A bem da verdade, um complemente o outro, são de pesquisadores que costumam estudar alguma das partes, então eles se completam. Livros nacionais para estudar a Cor na Iluminação Cênica: DA COR À COR INEXISTENTE, de Israel Pedrosa Este livro é do que considero um dos maiores pesquisadores sobre o uso da Cor do Brasil; Israel Pedrosa. Livro raro de se conseguir é muito abrangente no estudo. O título se refere a uma pesquisa dele em dizer que a nunca é mesma, que depende de diversos fatores (luz, local, ângulo, etc) e que dessa cor pode se tornar outras, por isso o nome “cor inexistente”. UNIVERSO DA COR, de Israel Pedrosa Este segundo livro é do mesmo autor do primeiro, dispensa apresentações do grande autor Israel Pedrosa. Em linguagem simples, explica seu complexo universo, harmonias e contrastes, traçando o que chama de decálogo do colorista. Preparado e editorado pelo autor, que criou as ilustrações que apoiam teoria e técnicas de maior complexidade, o livro se propõe a contribuir para a formação de profissionais de diferentes áreas – do maquiador ao designer, do cabeleireiro colorista ao organizador de eventos, entre outros. A PSICOLOGIA DAS CORES, de Eva Heller Já neste livro é abordada a relação das cores com os nossos sentimentos e mostra como as duas coisas não se combinam por acaso, já que as relações entre ambas não são apenas questões de gosto, mas sim experiências universais profundamente enraizadas na nossa linguagem e no nosso pensamento. Organizada em treze capítulos, correspondentes a treze cores diferentes, a obra oferece um rico painel de informações sobre as cores. COR LUZ, COR PIGMENTO, de Ítalo Francisco Curcio A humanidade, como integrante destacado no Universo por ela conhecido, protagonizou ao longo da história diversos de seus momentos, nas mais diferentes áreas do conhecimento. Destes tais momentos, pode-se mencionar a consolidação da família, o surgimento da sociedade e a adaptação do ser humano às diferentes regiões do planeta Terra. A COR NA ARTE, de John Cage Nos últimos séculos, o complexo fenômeno da cor foi estudado detalhadamente pelas disciplinas da física, da química, da fisiologia, da psicologia, da linguística e da filosofia. No entanto, aqueles que mais profundamente se envolvem com a cor – os artistas visuais – quase não são procurados para dar sua opinião sobre esse tema sempre presente, mas irremediavelmente misterioso. John Gage se propôs corrigir essa omissão. Cada capítulo de ‘A cor na arte’ aborda um tema a partir de determinada disciplina científica, desenvolvendo-o, porém, do ponto de vista de artistas como Wassily Kandinsky, Vincent van Gogh, Anish Kapoor. Bandeiras, sinestesia, teosofia, cromoterapia, cromofobia e projetos para o teatro estão entre os muitos tópicos tratados nesta introdução abrangente e fascinante ao papel e poder da cor na vida e na arte. GUIA COMPLETO DA COR, de Tom Fraser Um livro de referência atual e abrangente para uma nova geração de usuários da cor digital. O guia completo da cor reúne teoria da cor, prática e aplicações, tudo em um só volume, compreendendo desde a abstrata teoria da cor até as implicações mais práticas do uso de CMYK e RGB. Ideal para designers, fotógrafos, artistas – de fato, para qualquer pessoa que trabalhe com a cor e queira aprender mais sobre o assunto. O ESSENCIAL DA COR NO DESIGN, de Tom Fraser Do mesmo autor do livro anterior. A cor é, talvez, a mais poderosa ferramenta no arsenal no designer, e também a mais desafiadora. Esse livro desvenda as teorias e os sistemas cromáticos e, partir daí, examina o modo como vivemos com a cor e forma de utilizá-la criativamente, no design de interiores, na publicidade e nos veículos de comunicação em geral. Um guia fundamental na mesa de trabalho de quem quer fazer a diferença aplicando a cor de forma criativa, eficiente e estratégica. AS CORES NA MÍDIA, de Luciano Guimarães Esta obra apresenta um novo domínio para a cor, voltado para a Informação produzida pela mídia jornalística. Com esta abordagem, realiza uma análise crítica do uso da cor em jornais, revistas, sites e telejornais. PSICODINÂMICA DAS CORES EM COMUNICAÇÃO, de Modesto Farina As cores influenciam o ser humano, e seus efeitos, tanto de caráter fisiológico como psicológico, intervêm em nossa vida, criando alegria ou tristeza, exaltação ou depressão, atividade ou passividade, calor ou frio, equilíbrio ou desequilíbrio, ordem ou desordem etc. As cores podem produzir impressões, sensações e reflexos sensoriais de grande importância, porque cada uma delas tem uma vibração determinada em nossos sentidos e pode atuar como estimulante ou perturbador na emoção, na consciência
Iluminação Cênica: projeto para dança em 3 versões
Ser-Luz, sou apaixonado por ballet, e essa coreografia que apresento neste post tem uma Iluminação Cênica incrível. A inspiração para este post veio após assistir mais uma vez “O sol da meia noite” com Baryshnikov e Gregory Hinnes, e logo na abertura Baryshnikov representa um personagem no ballet francês de Roland Petit (1924-2011), um dos grandes nomes do ballet mundial. Roland Petit revolucionou a arte da dança com suas ideias coreográficas ousadas, que aproveitam um bailarino performático em cena, através da técnica de ballet misturando-a com elementos de interpretação cênica, criando uma bela linguagem visual agregada com a iluminação e a cenografia. A coreografia que trago neste post é sua obra “Le jeune homme et la mort” (O jovem e a morte); além de toda harmonia visual exuberante, traz a cena, para compor todo o contexto, uma composição de Sebastián Bach intitulada Passacaglia & Fugue para orgão, na maravilhosa versão orquestrada por Ottorino Respighi. Considerar um casamento perfeito, entre habilidades visuais, coreográficas, interpretativas e musical, formando um um único elemento, a peça que verão no vídeo logo abaixo. O ballet foi montado a princípio no ano de 1946 para sua esposa e bailarina Zizi Jeanmarie (conforme wikipedia) e abaixo mostrarei três versões. Na primeira que comento sobre a iluminação foi interpretado pelo casal Nicolas Le Riche e Marie Agnes Gillot, no Ópera National de Paris (dados extraídos do youtube), em seguida a versão com Zizi e Nureyev de 1966, e na terceira com Baryshnikov. A peça fala sobre um jovem rapaz que é levado ao suicídio devido a sua namorada infiel. A música auxilia em muito, os movimentos todos coreografados perfeitamente com a música, e gostaria que percebessem a forma sutil com que a luz acompanha essa peça, que a princípio vemos um tom frio cortado por um tom quente, e a medida em que a obra ocorre, é criado um clima de suspense e agonia. Perceba que o canhão seguidor está desfocado, não prejudicando de maneira alguma a cena, acompanhando o casal por diversos momento, criando o destaque devido, sem prejudicar o visual cenográfico. Abaixo a versão com sua esposa Zizi Jeanmarie (1954) e Rudolf Nureyev: (1938-1993) gravada em 1966, 20 anos após a criação: Poderão assistir a esse ballet, no filme “O Sol da meia noite” (do qual destaco o grande sapateador Gregory Hines), com Baryshinikov no link: Links de pesquisa::videos:http://www.youtube.com/watch?v=iWr85tCsfng http://www.youtube.com/watch?v=6ptNz8rBk7Yhttp://www.youtube.com/watch?v=3FWvZ6xUDdw outras informações:http://pt.wikipedia.org/wiki/Roland_Petit http://en.wikipedia.org/wiki/Zizi_Jeanmairehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Rudolf_Nureyevhttp://en.wikipedia.org/wiki/Nicolas_Le_Richehttp://fr.wikipedia.org/wiki/Marie-Agn%C3%A8s_Gillot Capa: foto arquivo pessoal, espetáculo “A corda da Alma”, com Ísis Zahara & Sami Bordokan Ensemble. Brindes especiais do post Saiba mais no maior canal sobre Iluminação Cênica do Brasil, inscreva-se GRÁTIS agora mesmo aqui. Agora poderá ouvir o Podcast do “Cartilha de Iluminação Cênica”, ouça no link abaixo: BORA ILUMINAR O MUNDO!!!
Iluminação Cênica: 23 mitos ‘desmistificados’
Ser-Luz, este assunto da postagem é algo que há alguns anos ouço na carreira da Iluminação Cênica. É um conjunto de questões, que mesmo passando anos, ainda ouço, então resolvi criar especialmente para registrar em meu blog. Não leve a mal o que direi, apenas tenho o interesse em ensinar corretamente sobre as questões da Iluminação Cênica, de toda essa pesquisa que realizo há mais de 17 anos por conta própria, sem estar preso a regras institucionais, ou ideais de “gurus do ramo”. Não que eu não os admire, pelo contrário, tenho neles grandes referências, porém eu optei por seguir de maneira independente, correndo atrás de informações, buscando o conhecimento técnico e teórico, não apenas aceitar o achismo ou engolir algo como uma verdade absoluta (que a única verdade é que não existe verdade). Bem, mas abaixo lista uma pesquisa que realizo há anos, de perguntas e questões que, algumas, parecem terem se tornado um axioma, porém as trago aqui para que possamos enxergar a Iluminação Cênica com outras vertentes. Quaisquer dúvidas, só me chamar. 1 – Tecnologia é tudo! Não, as tecnologias (Instrumentos de iluminação mais tradicionais ou robóticos, fontes de luz em dispositivos eletrônicos – LED, softwares) são apenas as ferramentas que nos auxiliam na criação, geralmente – até onde sei – elas não são pensantes. 2 – Usar a cor verde no jardim ajuda a melhorar a ambientação com as plantas. Isso é algo que é temoroso, você chega num evento e não sei quem inventou de colocar a cor verde num posição que ilumina o jardim todo, é algo horrível; interessante é mesclar a cor verde e uma branca, ou se for LED RGBW busque cores que realcem o jardim, não que sumam com ele. 3 – Na dança é obrigatório a iluminação lateral. Imagina só, o corpo no espaço (na maioria das vezes) é algo tridimensional, como o próprio nome diz, é visto em 3 dimensões, como conseguirei vê-lo nitidamente caso só tenha a iluminação lateral? Então é preciso conhecer os efeitos em iluminação de vários ângulos, e o mais importante o que se quer e o por que do uso em determinado ângulo. 4 – Uso do termo “canhão” para qualquer instrumento de Iluminação de Palco. Essa é clássica, “canhão e spot” são os campões no quesito em demonstrar a falta do conhecimento e terminologia técnica para referir-se aos instrumentos de iluminação para palco, o único canhão que temos é o “seguidor”, spot é um tipo de luminária usado em residências e se for traduzido é algo como “ponto” (com referência ao seu ângulo de abertura, geralmente muito estreito).. 5 – Um espetáculo de tragédia não pode ter “luz colorida”. Já ouvi isso diversas vezes, que a tragédia tem que ser feita com iluminação em baixa intensidade e cheia de sombras, além de dizer que é isso é conceitual. Bem, se você quiser que seu público adormeça durante o espetáculo é a melhor saída, mas se você for esperto e ter estudado cores, poderá fazer uso de tons que possam compor a visualidade de maneira a interagir com o que está sendo iluminado. Poderá usar sem problema algum as cores, mas claro, com cuidado para não virar um carnaval. 6 – O diretor é quem diz sobre qual luz usar. A responsabilidade do diretor, quando não é o iluminador, é passar o máximo de detalhes e informações ao profissional que ele convidar a iluminar o espetáculo, o profissional em iluminação será o responsável pelo visual juntamente com o diretor. 7 – Produtores não precisam aprender sobre iluminação. Bem, dizer isso é como dizer que vai fritar um ovo com uma gota de óleo somente para fazer ovos mexidos, ou seja, tem que entender pelo menos o básico para saber que um espetáculo precisa de um profissional que estude o visual e interprete através de um projeto de iluminação. 8 – Um artista de verdade não precisa de luz. Beleza… então deixa ele no escuro executando a sua obra de 2 horas (que geralmente quem diz isso adora dizer que faz teatro conceitual), então crie um espetáculo totalmente em BO, sem pagar iluminador, aliás não precisará contratar mais nenhum outro artista. 9 – O LED não serve para o teatro. Assim como o artista desafinado pode cantar ao vivo sem passar pelo ProTools ou demais softwares (eu já vi esse uso com artistas renomados). 10 – A luz quente é para o teatro e a luz fria é para os estúdios. Adoraria saber de onde veio essa tese e em que está embasada. Tenho certeza que quem diz isso talvez não tenha conhecimento que as fontes de luz servem para serem utilizadas em qualquer lugar e onde precisar, por isso o iluminador, ao criar um projeto, deverá ter noção de fontes de luz e entender um sobre luminotécnica. 11 – Para criar em iluminação não preciso entender sobre artes visuais. Os maiores pesquisadores da linguagem visual são os artistas visuais. Se esse conhecimento não servir para nada, realmente não sei onde buscar fontes de estudo e aprimoramento do uso das cores, formas e direções, fatores básicos do desenho para compor um espaço. 12 – O console que está na moda é o melhor de todos. Claro que se você não entender que o console é apenas o meio e não os fins, ou até mesmo for o dono da importadora deste produto ou da locadora (que paga muito caro pela modernidade e atualização de instrumentos), com certeza terá essa argumentação. 13 – Para dar um destaque preciso usar foco. Não necessariamente, para que haja um destaque é necessário o contraste somente, que poderá ser feito com atribuições visuais com cores, intensidade, ou qualquer outro fator que tira a atenção de um ponto e esteja em outro lugar. 14 – A iluminação conceitual é a “iluminação verdadeira”. Vichi, esse “conceito” dá medo. Quando alguém diz isso é porque não tem ideia
CURSO ILUMINAÇÃO CÊNICA ON-LINE
Grande Ser-Luz, passando para agradecer aos mais de 400 visitantes no ARSENAL DE ILUMINAÇÃO que foram impactados nestes 4 dias de estudos profundos e gratuitos da Iluminação Cênica, marcando história no Brasil. Primeiro agradecer por fazer parte de seu crescimento profissional na área da Iluminação, que de alguma maneira saiba que você é muito importante para mim, por isso estou passando para avisá-lo sobre o site do CURSO ILUMINAÇÃO CÊNICA ON-LINE. Em segundo, saiba que qualquer dúvida poderá entrar em contato comigo pelo whatsapp clicando aqui. Terceiro: tive um número maior que o esperado de alunos que já entraram para a área de membros do CURSO ILUMINAÇÃO CÊNICA ON-LINE, e estou passando para informar que terei que fechar o carrinho antes do previsto, então aproveite a oportunidade para conhecer o site em que comento sobre os 25 módulos que ficarão disponíveis para estudos por 2 anos, para que seja adaptável em seus horários, podendo acessá-lo também por celulares e tablets. Além dos 28 módulos uma área bônus que serão acrescentados mais aulas especiais sobre assuntos pertinentes gestão profissional em nosso segmento da Iluminação Cênica, é o primeiro curso no Brasil que disponibiliza desta forma, e mais 4 encontros On-Line que serão uma forma de mentoria para os alunos, em que poderemos levar nossos assuntos, ou se quiser indicar algum, para que possamos crescer juntos, da maneira que está sendo até este momento. Veja agora mesmo o site e será um prazer tê-lo como um aluno na área restrita somente para membros. Clique aqui e conheça essa inovação em aprender no CURSO ILUMINAÇÃO CÊNICA ON-LINE. Brindes especiais do post Saiba mais no maior canal sobre Iluminação Cênica do Brasil, inscreva-se GRÁTIS agora mesmo aqui. Agora poderá ouvir o Podcast do “Cartilha de Iluminação Cênica”, ouça no link abaixo: BORA ILUMINAR O MUNDO!!!
Websérie ARSENAL DA ILUMINAÇÃO
Ser Iluminado, hoje comento brevemente sobre a Iluminação Cênica em obras de artes para museus, galerias, residencias r projetos corporativos. Ser Iluminado, estudar Iluminação Cênica, um privilégio que você já têm há alguns anos. Essa websérie, além de inovadora, é totalmente voltada aos estudos do mercado da Iluminação Cênica atual e o envolvimento do Profissional em Iluminação e seu aprimoramento técnico em conhecimentos básicos até avançados do mercado do entretenimento. O que será entregue on-line nessa Websérie: “Arsenal da Iluminação”? Episódio 01: Comentários sobre a carreira na Iluminação Cênica e abordagens mais conceituais sobre o universo lumínico, explicação sobre a Websérie. Episódio 02: Explicações com abordagens mais técnicas sobre fontes de luz, instrumentos convencionais (ou não) e robóticos, apresentarei um case que fará diferença em sua carreira. Episódio 03: Por que o palco é tão importante para os profissionais técnicos? Aproveito e já comento como funcionará a última aula, que será ao vivo. Episódio 04: Encontro ao vivo, será avisado via grupo exclusivo do Telegram, será para tirar as dúvidas das outras séries e conhecer a plataforma de membros. Por que você deve assistir em sistema on-line a Websérie: “Arsenal da Iluminação”? INOVAÇÃO: É minha primeira Websérie, com 4 episódios, que tem o propósito de tratar sobre diversos assuntos com a temática da Iluminação Cênica com a visão que adquiri em todos estes anos, além de ser uma prévia do Curso “Iluminação Cênica On-Line” de Alessandro Azuos, que apresentarei durante estes dias. EXCLUSIVIDADE: Por ser algo muito exclusivo optei por chamar para esse grupo especial que funcionará durante todo o período que a Websérie permanecer no ar, é uma maneira de demonstrar como será o curso que apresentarei e toda a exclusividade que terei, inclusive brindes exclusivos somente para quem estiver na comunidade do Telegram, ORIGINALIDADE: É uma Websérie com um novo modelo, muito inovador na área da Iluminação Cênica do Brasil, assim como todo material que tenho na internet, sempre busco (e ensino) essa originalidade; serão apresentados as novidades deste curso através de cases, comentários sobre a carreira, tira dúvidas, na verdade abrirei muita informação que aprendi ao longos desses 20 anos de carreira. Basicamente será uma conversa mais íntima, aberta a profissionais que estejam dispostos a compreender a luz e iluminação com conhecimentos técnicos para solução dos problemas do dia a dia, além dos assuntos abordados sobre a formação profissional enquanto o Ser Humano (ou SER-LUZ como prefiro chamar). INSCREVE-SE GRATUITAMENTE AQUI, OU NA IMAGEM ABAIXO: Brindes especiais do post Saiba mais no maior canal sobre Iluminação Cênica do Brasil, inscreva-se GRÁTIS agora mesmo aqui. Agora poderá ouvir o Podcast do “Cartilha de Iluminação Cênica”, ouça no link abaixo: BORA ILUMINAR O MUNDO!!!
7 clichês sobre Iluminação Cênica que você deveria evitar
Ser-Luz, este post não é para atacar ninguém, é apenas um alerta para que não caia nas “armadilhas” de alguns clichês e não crie um visual desagradável para quem percebe um determinado ambiente, ou mesmo a cena. Caso não saiba tenho como base em meus projetos o estudo da “percepção”, é a partir dessa correspondente que costumo iniciar todos os meus projetos na Iluminação Cênica, e a partir dela montei essa lista, que claro, são sim de meu gosto pessoal, mas acho importante compartilhar. Vamos lá então? 1 – usar a cor verde na plantação verde: é necessário haver o contraste para as plantas aparecerem 2 – achar que um espetáculo é um show room: optar por usar somente tecnologia sem noção, piscar, usar templates sem parar, calma… o cérebro precisa de um tempo para pensar no que se vê em cena. 3 – ser influenciado pelos modismos: a moda existe há muitos anos e sempre influenciou gerações, o mesmo acontece com a área da Iluminação Cênica, cuidado para não perder sua essência. 4 – achar que uso de cores é só emoção: o uso das cores muitas vezes é melhor usar as técnicas de teoria das cores do que a emoção, que fica igual a todos. 5 – começar um projeto já pensando nos instrumentos de iluminação que usará: o principal objetivo da Iluminação Cênica é atender ao que o cliente precisa, não o que você quer, entenda isso: é qualidade agregada ao projeto. 6 – usar tudo que se tem ao mesmo tempo: vichi… isso é para quem pede uma infinidade de instrumentos de iluminação e acende tudo a todo momento e toda hora, sem haver pensado num projeto decente. 7 – querer ser iluminador sem conhecer: instrumentos, tecnologia e arte: isso é o que mais se encontra, iluminadores que não tem ideia do comportamento da luz junto a matéria que se ilumina. Caso queira conversar mais sobre estes aspectos, só me chamar! BORA ILUMINAR O MUNDO!!! Brindes especiais do post Saiba mais no maior canal sobre Iluminação Cênica do Brasil, inscreva-se GRÁTIS agora mesmo aqui. Ouça também o Podcast do “Cartilha de Iluminação Cênica”, ouça no link abaixo: BORA ILUMINAR O MUNDO!!!
Iluminação Cênica: História da Eletricidade
Ser-Luz, está convidado a aprofundar um pouco sobre a “História da Eletricidade”, vamos? Esta trilogia sobre a História da Eletricidade, criada pela BBC, com participações de grandes professores-historiadores, com destaque para o professor do Dept. de História e Filosofia da Ciência, na Universidade Cambridge, Simon Schaffer. Pegue sua pipoca e bom documentário!!! Episódio 1 – Faísca Este primeiro episódio conta a história dos primeiros “filósofos naturais” que começaram a revelar os mistérios da eletricidade. Eles estudaram sua misteriosa ligação com a vida, criaram instrumentos poderosos e estranhos para criá-la e até dominaram o próprio raio. Foram esses homens que estabeleceram as bases do mundo moderno. Episódio 2 – A Era da Invenção Há menos de 200 anos, os cientistas descobriram algo profundo, que a eletricidade está ligada a outra das forças mais fundamentais da natureza – o magnetismo. No segundo episódio, Jim descobre como o domínio do elo entre o magnetismo e a eletricidade mudaria completamente o mundo, nos possibilitando gerar uma quantidade aparentemente ilimitada de energia elétrica que podíamos usar para impulsionar máquinas, comunicar-se através dos continentes e iluminar nossas casas. Esta é a história de como cientistas e engenheiros desvendaram a natureza da eletricidade em um século extraordinário de inovação e invenção. Episódio 3 – Revelações e Revoluções A eletricidade não é apenas algo que produz calor e luz, ela conecta o mundo através de redes e radiodifusão. Após séculos de experiências com a eletricidade, o último episódio conta a história de como uma nova era de conhecimento surgiu – como descobrimos os campos elétricos e as ondas eletromagnéticas. Hoje, não conseguimos imaginar o mundo sem eletricidade – ela define nossa era. À medida que nosso conhecimento sobre ela aumentou, igualmente cresceu nossa dependência dela, e hoje estamos prestes a fazer um novo avanço, pois se pudermos entender o segredo da supercondutividade, poderemos, mais uma vez, transformar o mundo. Brindes especiais do post Saiba mais no maior canal sobre Iluminação Cênica do Brasil, inscreva-se GRÁTIS agora mesmo aqui. Agora poderá ouvir o Podcast do “Cartilha de Iluminação Cênica”, ouça no link abaixo: BORA ILUMINAR O MUNDO!!!