Ser iluminado, tudo bem? Pego carona num experimento feito na década de 20 do século passado, quase 100 anos se passaram e ainda temos muitas informações a sanar sobre a psicologia da iluminação e a acrescento nos estudos da Iluminação Cênica. Caso não saiba, tenho formação acadêmica em Marketing, então passarei com conhecimento a informação a seguir, pois. Tratam-se de registros estudados na história da administração moderna. O experimento que comentarei, ocorreu para entender o comportamento humano em condições fisiológicas, mas compreenderam que as questões davam-se mais pelo psicológico. Esse programa foi coordenado pelo psicólogo Elton Mayo, entre 1926 a 32. É considerado o pai da Teoria da Administração das Relações Humanas, e queria melhorar as condições de trabalho e aumentar a produção das indústrias. A variável da “sensação” da iluminação Esse experimento ficou conhecido como “Experiência de Hawthorne”, houveram várias fases mas a que nos importa é a primeira, que estudou o comportamento diante da mudança de iluminação. Na primeira fase da experiência, pretendia-se verificar o efeito da iluminação sobre o rendimento dos operários. Para isso, tomou-se dois grupos de operários em salas diferentes, que faziam o mesmo trabalho, em condições idênticas sendo um grupo experimental ou de referência, que trabalhava sob luz variável e o outro grupo, o de controle, que trabalhava sob a mesma iluminação o tempo todo. Para surpresa dos pesquisadores, não foi encontrada uma relação entre as duas variáveis, (iluminação e rendimento dos operários) mas sim a existência de outras variáveis como o fator psicológico. Baseados em suas suposições pessoais, os operários se julgaram na obrigação de produzir mais quando a iluminação aumentava, já quando diminuía a iluminação o mesmo ocorria com a produção. A prova de que as suposições pessoais (fatores psicológicos) é que influenciavam a produção, veio quando os pesquisadores trocaram as lâmpadas por outras de mesma potência (fazendo os operários crerem que a intensidade variava) e o rendimento variava de acordo com a luminosidade que os operários supunham trabalhar. (trecho do site: http://www.posgrad.net/2008/03/experincia-de-hawthorne.html) Iluminação Cênica trata diretamente com as sensações e emoções Acima de tudo é interessante avaliar essa questão, sei que se passaram quase 100 anos. Provavelmente talvez essa experiência não funcionasse da mesma forma, mas a essência pode captada para considerarmos importante para seus estudos em iluminação. Hoje em dia temos uma série de aparelhos que nos dão condições de fazer praticamente tudo em nosso trabalho.Enquanto que na época desta experiência, a iluminação estava se expandindo. Deixo também dois questionamentos para trazemos aos duas atuais: Como resultado atual, quais seriam os pressupostos psicológicos com o uso de LED? Além disso, a compreensão do que vê num ambiente, interfere no trabalho? Entenda que o LED é outro tipo de relevante para nossos dias. Da mesma forma que os funcionários “diminuíam ou aumentavam a produção em relação a luminância do ambiente”, ocorre o mesmo hoje em dia. Estudos de antropologia apontam tal informação como: “pela razão que o homem primitivo entendia que estava no hora de descansar” Acredito também nesta hipótese, da mesma forma que carregamos parte da genética destes nossos ancestrais. É fato que sempre deverá entender seu cliente, consequentemente essa compreensão evitará problemas futuros da mesma forma correções inesperadas do projeto em iluminação Abaixo comento mais informações na dica de vídeo. Entenda sempre a importância de se conhecer outras áreas que podem nos agregar informações conscientes e coesas para nossa arte de iluminar. Fontes dos dados Para a pesquisa desta postagem, destaco os seguintes dados: livros online: Introdução Geral à administração – Chiavenatto – 7ª edição – Ed. Campus/Elsevier (2004) capa: http://www.leaders-model.com/efeito-hawthorne-pessoas-organizacoes/ site: http://www5.fgv.br/ctae/publicacoes/Ning/Publicacoes/00-Artigos/JogoDeEmpresas/Karoshi/glossario/ESTUDOS.html http://www.posgrad.net/2008/03/experincia-de-hawthorne.html http://teoriarelacoeshumanas.blogspot.com.br/2012/11/a-experiencia-de-hawthorne.html http://www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/a-importancia-da-experiencia-de-hawthorne-para-a-administracao/64266/ http://admgroup.blogspot.com.br/2012/05/teoria-das-relacoes-humanas-ateoria-das.html https: //www.youtube.com/watch?v=pUsh97YIX64 Brindes especiais do post Saiba mais no maior canal sobre Iluminação Cênica do Brasil, inscreva-se GRÁTIS agora mesmo aqui. Agora poderá ouvir o Podcast do “Cartilha de Iluminação Cênica”, ouça no link abaixo: BORA ILUMINAR O MUNDO!!!
Iluminação Cênica: projetos especiais
Primeiro de tudo: você já parou para analisar a importância da iluminação cênica em seus projetos? Conheça bem sobre a Iluminação Cênica porque poderá ajudá-lo em suas argumentações e resultados profissionais. Certamente você já deve ter questionado toda essa relação com outras áreas, aqui deixarei duas dicas que faço quando inicio os meus projetos. Como trabalho a Iluminação Cênica Costumo separar a iluminação por duas formas: Iluminação Funcional: que está mais envolvida com cálculos luminotécnicos e normatizações Iluminação Artística: em contraste, é o envolvimento de um projeto mais livre e mais artístico, respeitando técnicas é claro. Em minhas aulas e palestras demonstro a relevância destas duas formas de se pensar o início de um projeto, de modo que ajude nas primeiras organizações de ideias. Sei que a grande maioria projeto já pensando no resultado, quase nem sempre se pensa num pré-projeto, talvez porque nunca tenha visto e nem ouvido sobre isso. Bem, da mesma maneira que iniciei com perguntas, agora outra provocação: Você já parou para analisar o poder que você tem em suas mãos quando cria um projeto de Iluminação? O poder da Iluminação Cênica em seus projetos Provavelmente você nunca se deparou com isso, mas pensa um pouquinho do porquê desse poder enquanto um projetista em iluminação? A iluminação tem como resultado a interferência radical em tudo que ela incide, do mesmo modo pode-se criar usando ambos os critérios ou não. Tudo dependera do tipo de como resultado se pretende com o objetivo. O poder que a gente tem é extremamente grande, e influenciamos demais com a questão da luz. Uma iluminação projetada errada, consequentemente pode acarretar sérios problemas e depois podem lhe incomodar, seja tanto na funcional como na artística. A partir do momento em que você entender que a iluminação é extremante importante, conseguirá dialogar melhor com seu cliente quanto a importância de ter um profissional desde o inicio do projeto. Brindes especiais do post Nesse vídeo fiz uma aula ao vivo demonstrando sobre os “setores de projetos” entre a Iluminação Artística e Iluminação Funcional. Saiba mais no maior canal sobre Iluminação Cênica do Brasil, inscreva-se GRÁTIS agora mesmo aqui. BORA ILUMINAR O MUNDO!!! Primeiro de tudo: você já parou para analisar a importância da iluminação cênica em seus projetos? Conheça bem sobre a Iluminação Cênica porque poderá ajudá-lo em suas argumentações e resultados profissionais. Certamente você já deve ter questionado toda essa relação com outras áreas, aqui deixarei duas dicas que faço quando inicio os meus projetos. Como trabalho a Iluminação Cênica Costumo separar a iluminação por duas formas: Iluminação Funcional: que está mais envolvida com cálculos luminotécnicos e normatizações Iluminação Artística: em contraste, é o envolvimento de um projeto mais livre e mais artístico, respeitando técnicas é claro. Em minhas aulas e palestras demonstro a relevância destas duas formas de se pensar o início de um projeto, de modo que ajude nas primeiras organizações de ideias. Sei que a grande maioria projeto já pensando no resultado, quase nem sempre se pensa num pré-projeto, talvez porque nunca tenha visto e nem ouvido sobre isso. Bem, da mesma maneira que iniciei com perguntas, agora outra provocação: Você já parou para analisar o poder que você tem em suas mãos quando cria um projeto de Iluminação? O poder da Iluminação Cênica em seus projetos Provavelmente você nunca se deparou com isso, mas pensa um pouquinho do porquê desse poder enquanto um projetista em iluminação? A iluminação tem como resultado a interferência radical em tudo que ela incide, do mesmo modo pode-se criar usando ambos os critérios ou não. Tudo dependera do tipo de como resultado se pretende com o objetivo. O poder que a gente tem é extremamente grande, e influenciamos demais com a questão da luz. Uma iluminação projetada errada, consequentemente pode acarretar sérios problemas e depois podem lhe incomodar, seja tanto na funcional como na artística. A partir do momento em que você entender que a iluminação é extremante importante, conseguirá dialogar melhor com seu cliente quanto a importância de ter um profissional desde o inicio do projeto. Brindes especiais do post Nesse vídeo fiz uma aula ao vivo demonstrando sobre os “setores de projetos” entre a Iluminação Artística e Iluminação Funcional. Saiba mais no maior canal sobre Iluminação Cênica do Brasil, inscreva-se GRÁTIS agora mesmo aqui. BORA ILUMINAR O MUNDO!!!
Iluminação Cênica: o mercado está saturado?
Ao invés de perguntar se o mercado está saturado, eu prefiro perguntar o seguinte: “o quanto você está preparado para o mercado de trabalho dentro da iluminação cênica?”. Primeiramente para analisar a questão anterior: “quando digo ‘preparado’, não estou falando somente em montar seu currículo e bater nas portas para puder trabalhar com iluminação, mas sim em todas as questões de função dentro da iluminação.” Em segundo lugar, enquanto uns gostam de trabalhar com montagens, outros gostam de fazer projetos, mas independente de qual seja sua escolha, tenho certeza que já se perguntou: “será que estou preparado para o mercado de trabalho?” E saiba que não é nenhum problema ter essa auto-análise, porque isso é comum a qualquer outra profissão. A nossa profissão é um pouco diferente das demais. Certamente, sempre digo que as pessoas “não comuns” (quando a profissão é nova), querendo ou não a nossa profissão é nova. Mesmo considerando que a profissão de iluminador é recente, praticamente existe desde quando a eletricidade foi colocada, é bem diferente de uma profissão de advogado, que tem um mercado de trabalho muito maior do que o nosso. O nosso trabalho é muito mais uma questão de indicação do que em anúncios em classificados, é uma profissão que contrasta com outras, por isso sempre esteja preparado para tudo. Mas não quer dizer que ele está saturado, muito pelo contrário, além disso, hoje em dia eu vejo que um profissional de iluminação, ele pode estar presente em muitas situações. Um exemplo que sempre cito é que além da iluminação cênica, também faço projetos para exposições. Mesmo sabendo que é um mercado extremamente para profissionais da arquitetura, fui buscar conhecimento e começar a entender como funcionava, de modo a atender essa demanda. Eu decidi para mim, me preparei para entrar neste ramo. Aprendendo algo novo Depois que você aprende algo novo, parece que o mundo se abre Hoje em dia converso com arquitetos com mais conhecimento, não tanto quanto o que eles tem, mas tenho uma parte do conhecimento que posso agregar junto a eles. Sempre esteja se questionando: Quanto você está preparado para entrar no mercado? Como você seria como profissional? Que patamar você se põe? Que patamar você se coloca? Sou iniciante? Sou intermediário? Sou avançado? Saiba que o importante é você decidir por uma função e focar nela, isso ajudará a crescer cada vez mais. E como resultado … Antes de você pensar que o mercado está saturado, comece a pensar um pouco diferente: “o que eu tenho aprender para entrar no mercado de uma forma mais profissional, para que eu tenha muito mais trabalho?” Comece a pensar desta forma e esquecer que o mercado está “saturado”. Pare de ver os outros, pense em você em primeiro lugar e o que você pode melhorar. Pare e pense agora pela razão que escolheu a profissão e repense: “o que tenho que fazer para crescer junto a profissão que escolhi em minha carreira na Iluminação Cênica?” Comece pensando desta forma e com certeza em breve você estará muito mais preparado para o mercado e vai parar de pensar nessa coisa de mercado saturado, isso não existe. O que existe de fato é você estar focado em seu objetivo. Brindes especiais do post Saiba mais no maior canal sobre Iluminação Cênica do Brasil, inscreva-se GRÁTIS agora mesmo aqui. Agora poderá ouvir o Podcast do “Cartilha de Iluminação Cênica”, ouça no link abaixo: BORA ILUMINAR O MUNDO!!! Ao invés de perguntar se o mercado está saturado, eu prefiro perguntar o seguinte: “o quanto você está preparado para o mercado de trabalho dentro da iluminação cênica?”. Primeiramente para analisar a questão anterior: “quando digo ‘preparado’, não estou falando somente em montar seu currículo e bater nas portas para puder trabalhar com iluminação, mas sim em todas as questões de função dentro da iluminação.” Em segundo lugar, enquanto uns gostam de trabalhar com montagens, outros gostam de fazer projetos, mas independente de qual seja sua escolha, tenho certeza que já se perguntou: “será que estou preparado para o mercado de trabalho?” E saiba que não é nenhum problema ter essa auto-análise, porque isso é comum a qualquer outra profissão. A nossa profissão é um pouco diferente das demais. Certamente, sempre digo que as pessoas “não comuns” (quando a profissão é nova), querendo ou não a nossa profissão é nova. Mesmo considerando que a profissão de iluminador é recente, praticamente existe desde quando a eletricidade foi colocada, é bem diferente de uma profissão de advogado, que tem um mercado de trabalho muito maior do que o nosso. O nosso trabalho é muito mais uma questão de indicação do que em anúncios em classificados, é uma profissão que contrasta com outras, por isso sempre esteja preparado para tudo. Mas não quer dizer que ele está saturado, muito pelo contrário, além disso, hoje em dia eu vejo que um profissional de iluminação, ele pode estar presente em muitas situações. Um exemplo que sempre cito é que além da iluminação cênica, também faço projetos para exposições. Mesmo sabendo que é um mercado extremamente para profissionais da arquitetura, fui buscar conhecimento e começar a entender como funcionava, de modo a atender essa demanda. Eu decidi para mim, me preparei para entrar neste ramo. Aprendendo algo novo Depois que você aprende algo novo, parece que o mundo se abre Hoje em dia converso com arquitetos com mais conhecimento, não tanto quanto o que eles tem, mas tenho uma parte do conhecimento que posso agregar junto a eles. Sempre esteja se questionando: Quanto você está preparado para entrar no mercado? Como você seria como profissional? Que patamar você se põe? Que patamar você se coloca? Sou iniciante? Sou intermediário? Sou avançado? Saiba que o importante é você decidir por uma função e focar nela, isso ajudará a crescer cada vez mais. E como resultado … Antes de você pensar que o mercado está saturado, comece a pensar um pouco diferente: “o que eu tenho aprender para
Iluminação Cênica para o artista
Galera da iluminação cênica para entretenimento, blz? Qual é a Iluminação Cênica para um artista? Neste post além de dividir e trocar conhecimentos, sei que aprendemos uns com os outros, pois de nada serve ter adquirido conhecimento senão dividi-lo. Para essa nova fase, primeiramente instigo e provoco com uma questão mais filosófica, bem existencialista diga-se rapidamente, e algo que me pergunto há alguns anos. Sempre tirei conclusões que realmente não sei se estão corretas ou não. Acredito nisso talvez por respondermos de acordo com nossas convicções e aprendizagens, com as dosagens de conhecimento aprendidos em tudo que observamos, lemos, repassamos e agimos. Então lanço a pergunto e seguido de minha particular reposta: “QUAIS AS NECESSIDADES TÉCNICAS QUE, BASICAMENTE, UM ARTISTA PRECISA?” Penso que para um artista aparecer necessita do que considero uma tríade básica: uma grande e brilhante ideia, original e envolvimento de outros profissionais um local que seja possível um suporte para sua alavancagem e demonstração um ótimo iluminador, que o fará ser percebido e notado pelos seus fãs Claro que dos três nos encaixamos no último tópico. Gosto de ressaltar e explicar, como sabemos os iluminadores muitas vezes são chamados de última hora para salvar espetáculos, além disso ainda querem colocar preços em seu trabalho. Um iluminador também tem que estar presente desde as primeiras conversas do projeto. Juntamente com os outros membros profissionais de toda equipe técnica e de produção, seja qual for o espetáculo, ou mesmo, para os arquitetos, a função da iluminação deverá estar presente e ser pensada desde os primeiros esboços de seu projeto. Hoje em dia a iluminação no Brasil, sinto que está tornando-se mais profissional. Entendam que ser profissional não é somente dominar tecnologias, mas sim, saber utilizá-la de maneira coerente ao que será aplicada. Da mesma forma depende o caráter primordial técnico num espetáculo da teatro, dança ou ópera, enquanto que os shows estão começando a ter mais cautela na questão da estética visual de suas produções. Do mesmo modo, ao criar seu projeto, pense num resultado utilizando da melhor maneira o que se têm em mãos. Parabéns a todos nós que estamos agregando mais confiança para nossa profissão. Outro fato importante é trazer mais interessados em tornarem-se profissionais após ver um trabalho nosso, dando-nos orgulho de exercer nossa profissão. Sem a iluminação um artista não aparece Voltando um pouco mais a questão da importância da iluminação e tentando mostrar que sem a iluminação um artista não aparece, a ausência da luz é a escuridão como todos sabemos. Então como posso lançar um artista dentro do cenário da mídia sem que ninguém o veja? Ou mesmo, sem que tenhamos acesso através de nossos computadores, tablets, celulares, TV, aparelhos que diretamente utilizam-se de diversas formas de luz para nos causarem a sensação visual e podermos vislumbrar esses artistas? Então deixo aqui um recado e tomando a liberdade, em nome de todos os profissionais em Iluminação Cênica, um lembrete a todos que tem ideias e são criadores iniciais de projetos: Pensem desde o início em terem um profissional de iluminação, provavelmente: ele auxiliará em todo o aspecto visual da obra ou projeto que queiram criar; o visual dependerá integralmente da luz que nele será incidida caso deixe o projeto de Iluminação Cênica para última hora, poderão faltar detalhes importantes e talvez seja tarde para corrigir. Como conclusão… Confesso que este post pode ser considerado um desabafo! Além disso depois de um tempo de profissão, notei alguns amadorismos por colegas da classe, pela razão que: profissionais que não sabem cobrar. profissionais que comentem gafes e erros principiantes e amadores. profissionais que não tem qualificação suficiente. Como resultado, talvez seja essa a razão pela qual muitos não duram muito na carreira. Última dica do post aos produtores, artistas, projetistas, criadores de alguma maneira: “busquem profissionais que possuam o perfil para o projeto que irá criar, que tenham a identidade e capacidade profissional para exercer a profissão.” Finalmente, acredito que falte mais qualificação a produtores, conhecimento técnico e adequado, da mesma forma que falta respeito ao profissional em Iluminação Cênica. Brindes especiais do post Saiba mais no maior canal sobre Iluminação Cênica do Brasil, inscreva-se GRÁTIS agora mesmo aqui. Agora poderá ouvir o Podcast do “Cartilha de Iluminação Cênica”, ouça no link abaixo: BORA ILUMINAR O MUNDO!!! Galera da iluminação cênica para entretenimento, blz? Qual é a Iluminação Cênica para um artista? Neste post além de dividir e trocar conhecimentos, sei que aprendemos uns com os outros, pois de nada serve ter adquirido conhecimento senão dividi-lo. Para essa nova fase, primeiramente instigo e provoco com uma questão mais filosófica, bem existencialista diga-se rapidamente, e algo que me pergunto há alguns anos. Sempre tirei conclusões que realmente não sei se estão corretas ou não. Acredito nisso talvez por respondermos de acordo com nossas convicções e aprendizagens, com as dosagens de conhecimento aprendidos em tudo que observamos, lemos, repassamos e agimos. Então lanço a pergunto e seguido de minha particular reposta: “QUAIS AS NECESSIDADES TÉCNICAS QUE, BASICAMENTE, UM ARTISTA PRECISA?” Penso que para um artista aparecer necessita do que considero uma tríade básica: uma grande e brilhante ideia, original e envolvimento de outros profissionais um local que seja possível um suporte para sua alavancagem e demonstração um ótimo iluminador, que o fará ser percebido e notado pelos seus fãs Claro que dos três nos encaixamos no último tópico. Gosto de ressaltar e explicar, como sabemos os iluminadores muitas vezes são chamados de última hora para salvar espetáculos, além disso ainda querem colocar preços em seu trabalho. Um iluminador também tem que estar presente desde as primeiras conversas do projeto. Juntamente com os outros membros profissionais de toda equipe técnica e de produção, seja qual for o espetáculo, ou mesmo, para os arquitetos, a função da iluminação deverá estar presente e ser pensada desde os primeiros esboços de seu projeto. Hoje em dia a iluminação no Brasil, sinto que está tornando-se mais profissional. Entendam que ser profissional não é somente dominar tecnologias, mas
Iluminação cênica e a ausência de luz necessária
Caro iluminado, vamos falar do escuro, do contraste, da sombra, ausência de luz na Iluminação Cênica. Fazendo uma analogia à “falta de luz”, falo um pouco sobre a sombra (tecnicamente é a ausência de luz) e também podemos brincar com este ângulo em cenas mais dramáticas. Provavelmente o escuro aguça nossa criatividade do mágico, do imaginário, do mesmo modo que em filmes de terror tudo ocorre a noite, em locais escuros. Já perceberam, que mesmo num dia ensolarado, caso estivermos prontos para explorar uma caverna, por exemplo, ainda temos receio de entrar? E quando eu quero enfatizar determinada silhueta na Iluminação Cênica? Quando quero causar uma sensação de desconforto visual ou mesmo deformar um corpo ou objeto em cena? Certamente, existem estudos de ângulos para incidirem de maneira que criem as sombras propostas na cena. Iluminação Cênica: 2 tipos de Projetos, ou é Funcional ou é Artístico Podemos manipular essa ausência de luz, conhecendo um pouco sobre artes visuais, acredito que Caravaggio, pintor barroco, soube expressar isso muito bem em suas obras. Abaixo sua obra “A vocação de São Mateus” ou “Invocação de São Mateus” (1599-1600). “Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: “Segue-me!” Ele se levantou e seguiu Jesus.” (Mateus 9,9) No quadro acima, temos uma obra do período barroco, baseada num texto bíblico em que São Mateus é chamado por Jesus Cristo a tornar-se postulado. Caravaggio demonstra, enquanto isso, duas situações visuais: através da expressão nos rostos e, nas sombras que os permeiam. Percebam que: temos a luz como significado e personagem da cena, o ângulo que incide da janela direita; no plano superior, como se fosse uma luz divina, faz uma luz bem “focada” na parede, demonstrando bem os rostos das pessoas na mesa; ao mesmo tempo em que segue o gesto da mão de Jesus; uma luz colocada propositadamente para melhorar tais expressões, e consequentemente o rico vestuário de seu desenho. Já oposto a esta luz: podemos perceber uma luz “frontal” para enxergar melhor a cena, é uma luz mais leve (ou soft), somente para delinear um outro lado. mas o destaque é São Mateus, sentado ao lado posterior da mesa com os cobradores de impostos. Sombra, Contraste e Volumetria Este estilo de contrastes tem um nome: tenebrismo, foi uma técnica aprimorada por Caravaggio, que possui as características: nada mais é que o efeito de projetar a luz sobre as formas com violência e em contraste intenso e brusco com as sombras; usando sempre fundos planos e sem luminosidade nenhuma, destacava sempre intensamente o primeiro plano, geralmente os rostos; marcando o início de uma grande conquista da pintura barroca, e já exacerbando uma reação ao naturalismo, frente ao idealismo renascentista. Pensemos esse quadro como seria sem esse contraste de luz, sem formar as sombras, se fosse com mais intensidade, mais brilho, (uma luz “chapada” como falamos) será que os traços dos rostos dos personagens em cena continuariam da mesma maneira? Teríamos mais a mesma sensação de um convite divino? Provavelmente não, porque a luz que entra pela janela nos remete ao significado transcendental. Como resultado de uma chamada: “Venha comigo, estou no seu aguardo.”, Essa é a razão pela qual deve-se destacar a peça principal da cena em que ocorre ação, nesse caso o chamado, a convocação por Jesus para que Mateus tornasse apóstolo. Percepção da sombra a escolha da fonte assim como o estudo de seu ângulo, são importantes para o contraste do efeito desejado à cena. devido a isso é imprescindível estudá-la de maneira minuciosa. a ausência de luz também pode iniciar ou finalizar alguma apresentação. Além disso, termino o post dizendo que: “Do mesmo modo em que a ausência de luz é reprimida, Consequentemente sua permanência é quase que obrigatória no sentido poético. É a razão pela qual é responsável pelo ‘acabamento’ na cena quanto ao tema proposto.” Brindes especiais para este post: Agora poderá ouvir o Podcast do “Cartilha de Iluminação Cênica”, ouça no link abaixo: BORA ILUMINAR O MUNDO!!!
Iluminação Cênica e suas ferramentas
Ser Iluminado, você sabe o que sobre as ferramentas que temos para o nosso trabalho na Iluminação Cênica? Gosto de falar sobre esse assunto de “ferramentas na Iluminação Cênica”, quem já fez o curso presencial comigo sabe bem disso, porque nós temos que dominar as ferramentas. Muitas vezes converso com profissionais e as vezes me assusta a forma que ele depende de uma determinada ferramenta. Quando falamos de ferramentas na Iluminação Cênica, sei que precisamos ser precisos. Para que entenda melhor, imagine um alicate universal, não é a mesma coisa de um alicate de bico, ou seja, eles tem a mesma função de pegar, agarrar e tirar algo, mas são usados de formas diferentes. Escolha do material A mesma coisa acontece com a nossa profissão, quando escolhemos determinado aparelho, ou instrumento, porque ele vai determinar a questão da ótica, do brilho, ele vai alterar por exemplo se eu trabalho com um grande quantidade de lâmpada de filamento: com isso altera de um aparelho para o outro; altera a depender da marca, e tudo isso é ferramenta para no nosso trabalho. Só que ao mesmo tempo tenho que ter uma certa cautela, pois não vai ser em todo lugar que irei encontrar a ferramenta que eu quero. Um exemplo atual na Iluminação Cênica, que hoje em dia, alguns dos instrumentos PC não tem aquela lente límpida (como a gente via antigamente) alguns desses instrumentos chamados tem uma lente um pouco chamuscada, parecendo um foco 2, um foco médio da lâmpada PAR. Gosto de estar falando isto, porque nos prendemos de tal maneira e não conseguimos trabalhar se não tivesse aquilo, e como toda ferramenta temos que adequar, como no exemplo do alicate. Pode muitas vezes não ficar adequado, mas ele vai dar o resultado esperado ou aproximado daquilo que eu quero? Muitas vezes na correria, temos que adequar o material. Sobre as ferramentas na Iluminação Cênica Quando digo sobre as ferramentas, falo que são: as lâmpadas; os projetores que trabalhamos; os moving lights e aparelhos robóticos; as fontes em dispositivos de LED. O profissional tem que aprender a se adequar com eles; um exemplo: eu mesmo não gosto muito do beam, mas se só tiver, vou ter que aprender a trabalhar com ele. Outra ferramenta que está vindo com tudo, são os softwares, lembro que há alguns anos atrás, poucas empresas tinham softwares de iluminação para o entretenimento, dentro da arquitetura não temos esse problema, está muito mais desenvolvida, com isto, temos que nos adequar porque o futuro tem a diminuir os consoles digitais, não que venham deixar de existir, acredito que vão existir sim, até porque, não temos muita confiança no software ainda, com alguns problemas. A tendência do uso de softwares na Iluminação Cênica ser trocado pelo console é muito grande para daqui a alguns anos, isso é a linguagem digital. Outra tendência é que futuramente as lâmpadas de filamento também não existam, com certeza o led já vai está muito mais aprimorado, ou com certeza já vai está ultrapassado com uma nova tecnologia que são as coisas que estão surgindo por ai. Escolha da “ferramenta” Então começar a dominar estas ferramentas é importante para nós que trabalhamos com iluminação, independentemente de você trabalhar com uma iluminação cênica ou uma iluminação voltada para arquitetura. Tudo isso é extremamente importante está conhecendo, quando você conhece as suas ferramentas você as domina mais, tem mais poder de argumentação sobre elas: “Por que quero um determinado refletor, filtro, moving? Porque seleciono determinado console ou software?” Tudo isso são as ferramenta que precisamos dominar para um bom projeto na Iluminação Cênica, pois as ferramentas não podem dominar o profissional. As vezes vejo dentro do mercado digital, muitos profissionais dependendo do software para fazer um serviço. Você tem que dominar o software e não o software te dominar.As vezes o profissional depende tanto de um determinado console e quando chega no local não tem, e aí? Por isso é importante conhecer o geral. A não ser que você viaje com seus material, tornando seu trabalho muito mais fácil e prático. Então você tem que dominar tudo aquilo e não eles te dominar, toma muito cuidado com essa questão das ferramentas. Brindes da postagem Conheça o canal “Cartilha de Iluminação Cênica”: Agora poderá ouvir o Podcast do “Cartilha de Iluminação Cênica”, ouça no link abaixo: BORA ILUMINAR O MUNDO!!!
Iluminação Cênica: 36 sites de referências
Primeiro de tudo, este artigo é muito especial porque dividirei 36 sites que me fizeram crescer como profissional. A razão pela qual escolho este tema é poder fazer essa troca de informações, isso é o mais importante destas postagens no blog. Acredito que assim possamos crescer juntos, trocando ideias da mesma forma com que vamos nos conhecendo e compartilhando nosso crescimento. Provavelmente alguns já possa conhecer, mas de certa forma os considero muito importantes, por isso faço questão de listá-los para também te ajudar. O resultado deste post deve-se as minhas pesquisas pessoas que faço há uns 18 anos, devido a ser muito útil, faço questão deste compartilhamento. São sites nacionais e internacionais que certamente o ajudarão também, mas busco acima de tudo estabelecer este relacionamento profissional contigo. Do mesmo modo que tenho essas indicações, sinta-se a vontade para me enviar as suas também, da mesma forma que poderei acrescentar também a este post. Indicação de sites de Iluminação Cênica Sites sobre museus, histórias de luminárias e lâmpadas, informações técnicas, glossário de iluminação, revistas que abordam a temática mais teórica e sites nacionais fazem parte das informações que são citadas nesse post. Sites especiais (na minha opinião): https://alessandroazuos.com.br/ https://www.iar.unicamp.br/lab/luz/index.htm https://www.mikewoodld.com/ http://www.stefanopoda.com/ Artistas James Turrell Olafur Eliasson Robert Irwin Dan Flavin Associações http://www.asbai.org/home/ http://www.abnt.org.br/ https://institutofoe.com/campusonline/login/index.php https://www.iald.org/ https://www.ald.org.uk/ Museu em Israel (em inglês): https://www.creativestagelighting.com/2010/04/the-compulite-lighting- museum/ História da lucerna (em inlgês): http://www.steve-adler.com/OilLampsMain.htm História da iluminação: http://bulbcollector.com/index.html Lâmpadas de bulbo (em inglês): http://bulbcollector.com/index.html Desenvolvimento cenotécnico, história e maquetes de maquinaria teatral em 3D (em inglês): http://spectacle.appstate.edu/catalog Treinamentos, palestras e aulas (em inglês): https://lightingtrainer.com/ Generalidades sobre iluminação (em inglês): http://itsallaboutthelight.weebly.com/ Informações técnica de equipamentos e fabricantes (em inglês): http://www.theatrecrafts.com/index.php Revistas online em espanhol: http://issuu.com/revistaumbra/docs/numero1 http://iluminet.com/ Sites nacionais: http://www.osram.com.br http://www.philips.com.br http://www.ge.com/br/ http://www.brilia.com/ https://www.stella.com.br/ http://www.fibraotica.com.br https://umpoucosobrecor.wordpress.com/ http://valmirperez.blogspot.com.br/ http://www.lumearquitetura.com.br/lume/ Brindes especiais do post Saiba mais no maior canal sobre Iluminação Cênica do Brasil, inscreva-se GRÁTIS agora mesmo aqui. Também o convido a conhecer outro vídeo sobre a importância de se estudar a Iluminação Cênica: Ouça abaixo o Podcast “Por que estudar Iluminação Cênica?”: BORA ILUMINAR O MUNDO!!!
A carreira na Iluminação Cênica
Ser Iluminado, tão importante quanto pensar na carreira é também pensar na função que exerce, se te satisfaz ou não, e o que fazer para melhorar. Esse post é bem curto, enquanto comento sobre como se pensar na carreira, seja artística ou técnica, também indicarei um vídeo. Supondo uma situação em que o evento que você montou, operou, ou de alguma maneira participou, ao final dele um empresário, produtor, alguém chegasse e pedisse para você se descrever na sua profissão e função, o que você responderia? Da mesma forma que aprendemo algo novo, provavelmente podemos esquecer de pensar em nossa profissão como carreira. Pensar é planejar o futuro porque isso determinará um objetivo, fará pensar de maneira mais planejada e organizada. Cuidado! Enquanto “deixarmos o vento levar o barco”, talvez possamos nos frustrar futuramente. Embora hajam muitas preparações para outras profissões, quase não encontramos esse tipo de abordagem junto a nossa carreira, motivo pelo qual disponibilizo vídeos e posts especiais a este assunto. Uma principal razão pela qual eu criei meu primeiro blog, em 2009, foi para ajudar a outros profissionais. Provavelmente se conseguir tal organização, como resultado ajude também seus amigos de profissão, pense sempre que juntos somos mais forte. Portanto, caso seja um profissional que busca o crescimento, cadastre-se gratuitamente no canal e em minhas redes sociais. Será um prazer enorme, trocarmos ideias lumínicas sobre nossa carreira e crescermos juntos. Seu tempo é limitado, portanto não o desperdice vivendo a vida de outra pessoa. Steve Jobs Brindes especiais para este post Neste vídeo quero discutir contigo sobre a necessidade de “pensar numa resposta fora da caixa”: Agora poderá ouvir o Podcast do “Cartilha de Iluminação Cênica”, ouça no link abaixo: BORA ILUMINAR O MUNDO!!!
“Congo Blue” e “Roxo” na Iluminação Cênica
Ser-Luz, a Iluminação Cênica e o uso do popular filtro (ou gelatina) conhecido como Congo Blue. Após a conversa com um amigo, profissional e curioso na área da iluminação cênica, em que me questionou se o filtro “Congo Blue” pode ser considerado “Roxo”, achei interessante a abordagem e explico a seguir o porquê tecnicamente que a resposta é NÃO. Primeiramente, para a Iluminação Cênica, questiona-se o que chamamos e entendemos sobre a cor “roxa”, e para chegar nessa resposta tomo como base a síntese aditiva. Em segundo, além do comentado, teremos para estudo a descrição cromática permanecente entre as cores vermelho e azul; De acordo com diversos livros de artes visuais e designers, tomarei em especial para esta resposta o embasamento no livro “Da cor à cor inexistente” de Israel Pedrosa, explica que para esta esta faixa de cores possuímos dois tons: os violáceos e os púrpuras (páginas 127 a 129): VIOLETA “… cores resultantes do vermelho com azul, desde os azuis-marinhos que se avermelham até os carmins que se esfriam (…) numa maior precisão, essas tonalidades são chamadas de violáceas (…) ponto de equilíbrio ótico da mescla do azul com o vermelho (…) em luz essa mescla é denominada MAGENTA (…) o violeta é a cor extrema do espectro visível, confinando com os raios ultra-violetas (…) composição tricromática 014.310 unidades de vermelho para 000,396 de verde e 067.850 de azul” PÚRPURA “. Na mistura de proporção ótica 2/3 de vermelho por 1/3 de azul, obtém-se a mais imponente cor violeta, o púrpura. Seu ponto de equilíbrio é tão definido que facilmente é encontrado em na mistura de corantes e conhecido pelas refrações luminosas.” Funcionamento na prática da Iluminação Cênica Na prática certamente vamos ver através dos dados técnicos (data sheet) dos filtros no catálogo da empresa Rosco Comparo 2 exemplos que nos mostram tecnicamente a base científica acima: o Rosco 339 (popularmente conhecido como Magenta – mas não é o Magenta) e o Rosco 382 – Congo Blue (que é o questionamento feito) Vejam e analisem antes de continuar o post, o que podemos considerar como tom violáceo e púrpura. Data Sheets (Dados técnicos dos catálogos) Falando dos dados técnicos para a Iluminação Cênica e o uso do filtro 339 Broadway Pink: possui uma composição tricromática em sua distribuição (ou transmissão) espectral pertencendo aos tons violáceos (roxo), enquanto que o filtro 382 Congo Blue podemos ver sua distribuição (ou transsmissão) espectral e considerar em torno de 2/3 de vermelho + 1/3 de azul, sendo considerado púrpura. O que acha de testar em seu projeto na Iluminação Cênica Faça um teste com ambos os filtros para cores fosforescentes,certamente perceberá que ambos ressaltam tais gamas de cores, porém esse efeito se dará melhor com os tons púrpuras por serem cores menos saturadas e brilhantes. Poderá perceber também o brilho das cores fosforescente se darão também como os tons azulados mais escuros, devido a estarem próximos ao ultra violeta; razão pela qual não substitui o efeito das lâmpadas de Ultra Violeta de alta pressão, a famosa “berinjela”, que também é diferente das lâmpadas Fluorescentes longas e compactas que operam com reator. Para curiosidade: O efeito de fosforescência ocorre porque os materiais recebem as ondas Ultra-Violetas (que o olho humano não enxerga) e as refrata. Consequentemente chegam a nossa retina, momento em que as células fotorreceptoras a percebem de maneira mais brilhante (por isso a cor parece intensa). Quanto o uso dos nomes das cores: porque existem inúmeras classificações dadas por contextos sócio-culturais, históricos e até modistas. poderá haver o mal entendimento à distinção e explicação para a mesma cor, por isso é interessante estudar a literatura sobre cores que encontramos principalmente na área de designer, que possuem livros ricamente estudados sobre o assunto. Nunca se esqueça que a cor é proporcional a fatores, psicológicos, culturais, étnicos: Enquanto para um determinado grupo a cor pode ser algo muito simbólico, para outro poderá ser algo instigante de não aceitação. Fontes informação: “Da cor à cor inexistente” de Israel Pedrosa, 10ª edição, 2014, Editora SENAC “O guia completo da cor” de Tom Frasser e Adam Banks, 2ª edição, 2007, Editora SENAC “Cor” de Gavin Ambrose e Paul Harris, 2009, Editora Bookman Dados técnicos extraídos site Rosco do Brasil: http://roscobrasil.com.br/supergel Brindes especiais para este post: Agora poderá ouvir o Podcast do “Cartilha de Iluminação Cênica”, ouça no link abaixo: BORA ILUMINAR O MUNDO!!!