Ser iluminado e criador na Iluminação Cênica, tudo bem? No post anterior comentei sobre alguns fenômenos óticos que a física traz à nossa profissão na Iluminação Cênica. O que é imprescindível conhecermos para que possamos ter argumentação técnica e também saibamos lidar com algumas situações quando aparecerem. Clique na imagem abaixo para ler também a postagem anterior, que complementa esta: Hoje comento sobre um fenômeno muito comum de encontrar em aparelhos que utilizam 2 ou mais lentes. Embora muitas vezes vemos e não tem muito o que fazer a não ser aceitá-lo e controlá-lo através das lentes. Comento sobre a “aberração cromática” e sua interferência na iluminação cênica. Mas o que é a “aberração cromática”? Para esclarecer, trata-se de um fenômeno físico em que diferentes comprimentos de onda originam em diferentes pontos focais. ou seja, é a luz que sofre a refração e esta depende exclusivamente dos vários comprimentos de onda da luz que “não se alinham”. Perceba na foto acima que a lente não consegue unir os diversos comprimentos de onda num único ponto focal. Isso pode ocorrer em diversos equipamentos que utilizamos na iluminação de entretenimento, podendo também ser encontrado em aparelhos usados para iluminação na arquitetura e utilizam lentes. Acima de tudo, este fenômeno é muito comum em aparelhos que precisam do uso da ótica cabendo ao técnico manipular de forma a diminuir o “arco íris” que se forma nas bordas, como o que veremos a seguir: Em suma veja que na prática é mais compreensível: enquanto isso, os comprimentos vermelhos, passando pelo branco (que na física é a soma de todas as cores) e chegando ao azul e violeta. Aberração Cromática na prática da Iluminação Cênica Distorção que ocorre em lentes que não conseguem fazer com que todos os pontos de luz fixem num mesmo local (ponto fixo), ocorrendo um anel cromático nas bordas do foco indesejáveis. Também pode-se dizer que ocorre a dispersão dos índices de refração nos comprimentos de onda da luz que não são exatos num único ponto. fonte: Dicionário de Iluminação Cênica, de Alessandro Azuos Na Iluminação Cênica é comum ocorrer isso em instrumentos de Iluminação com mais de uma lente como os Elipsoidais, Seguidores e Movings. Estes aparelhos requerem o uso de diversas lentes para que possam executar suas funções, mas não estranhe se isso ocorrer, é porque a lentes que você utiliza são de qualidade. Caso você seja curioso, por exemplo, verá esse assunto muito difundido entre os fotógrafos devido as lentes de trabalho. No entanto existe um estudo muito grande nesta área para que possam compreender melhor esse efeito e como controlá-lo da melhor maneira possível. Compreendendo melhor Outras considerações importantes equivalem a entender a refração dos comprimentos de onda. Nos aparelhos de teatro é interessante observar que, citando como exemplo o Elipsoidal: “Ao afinarmos esse aparelho, percebemos que existe uma espécie de “aura” mais azulada, isso ocorre devido ao tamanho da onda. Os comprimentos de onda mais avermelhados são mais altos e mais rápidos fazendo com que se dispersem com mais facilidade. Por outro lado, o seu oposto, os cumprimentos azulados tem uma onda menor, sendo mais lentos em sua propagação. Devido a isso, as vezes são “difíceis de ajustar mesmo com aparelhos contendo lentes fabricadas com excelentes materiais”. Brindes especiais do post Saiba mais no maior canal sobre Iluminação Cênica do Brasil, inscreva-se GRÁTIS agora mesmo aqui. Agora poderá ouvir o Podcast do “Cartilha de Iluminação Cênica”, ouça no link abaixo: BORA ILUMINAR O MUNDO!!!
Iluminação Cênica e fenômenos óticos
Caro ser iluminado e profissional em Iluminação Cênica, tudo bem contigo? Este artigo é um pouco mais técnico do que estou acostumado a postar aqui no blog. Saiba que nele você irá entender uma introdução sobre a ótica e alguns fenômenos para que possa compreender melhor como é o funcionamento técnico no aparelhos que trabalha diariamente. Essa matéria que vem da Física Ótica chamamos de “fenômenos óticos”, o seu estudo é bem antigo, acredita-se que os gregos herdaram esses estudos do povo árabe, mas perde-se no tempo quem realmente iniciou esses trabalhos. Uma breve história O que a história nos revela e conta, que seu registro começou, propriamente dito, com o árabe Al Hazen, após fingir ser louco para não morrer, ficou preso durante alguns anos, consequentemente na sela que ficou aprisionado iniciou seus estudos óticos, lançando a obra (com nome traduzido) “Ótica no século XI“, composta por 7 volumes é considera a maior obra escrita até hoje sobre o assunto mesmo que atualmente haja discordâncias técnicas e desatualizadas em seus estudos, ainda é tida referência Outra informação importante é saber que esses fenômenos estão presentes diretamente em nossos projetos.Após decidirmos as fontes que utilizaremos é comum já escolhermos os aparelhos. Nesta fase temos que ter o conhecimento técnico que estamos lidando com leis da física e poderemos usar seus fenômenos a nosso favor. Por isso escrevo esse artigo que acho muito importante para colocarmos na nossa prática de projetos em iluminação. Existem outros fenômenos óticos, mas aqui destaco os que mais são estudados e termino com uma provocação, mas vamos ver se você será capaz de responder. REFLEXÃO A reflexão é o mais simples dos fenômenos óticos, está presente diretamente em nossa profissão. Cabe a nós Iluminadores, compreendê-la para que possamos dominá-la ao máximo através de técnicos e conhecimentos dos materiais que trabalhamos. Explicação técnica: Fenômeno da física ótica, que faz com que uma determinada imagem seja “duplicada” ao seu inverso, como ocorre em espelhos. Tem sua derivação para REFLEXÃO considerado para a física um fenômeno que num determinado direcionamento de energia (luz, som, etc) é desviado ao atingir um objeto e “duplicado” conforme a superfície atingida. A reflexão pode ter duas derivações: REFLEXÃO ESPECULAR: reflexo em linha reta e plana. REFLEXÃO DIFUSA: reflexo em obstáculos desiguais, causando a dispersão do reflexo para todos os lados. Essa palavra deriva do latim RE: “outra vez” + FLEXUS: “dobrado, fletido”, pertence ao verbo FLECTERE. Para curiosidade, outra derivação dessa palavra é o verbo “refletir”, usada na psicologia é compreendido que nossa mente volta ao mesmo pensamento por diversas vezes, “duplicando” constatem ente a mesma informação até uma solução na reflexão mental. Grande parte dos objetos “refletem” a luz que neles é incidido. Por isso é tão importante estudar juntamente com essa matéria (que não falarei neste post) os ângulos de incidência da luz. Para ser bem direto a reflexão já começa dentro dos aparelhos de trabalho, por isso o nome de “REFLETORES”. fonte do livro “Dicionário de Iluminação Cênica”, de Alessandro Azuos DISPERSÃO Na física geralmente tem seus nomes bem diretos, quando nos referimos a dispersão da luz nos referimos a forma com que ela age quando se propaga no espaço, ao atravessar um meio sofre algumas alterações, como por exemplo: a luz ao passar num prisma, sofre uma alteração no comportamento da onda e velocidade; faz com que o meio “divida” o espectro de cores em que podemos vê-los separadamente; você percebe esse efeito quando uma luz passa por uma janela ou porta de vidro, ao chegar na incidência você verá as “bordas coloridas”. Mais explicações: A dispersão luminosa é o fenômeno da separação da luz branca (que na verdade é policromática) em sua cores componentes, o que ocorre após a luz branca sofrer uma refração,. Citando o exemplo da luz ao passar num prisma ou numa gota de água (arco-íris). Essa palavra deriva do latim DISPERGERE, que significa “espalhar, dissipar”; de DIS”para fora” + SPARGERE “espalhar, esparramar”. trecho do livro “Dicionário de Iluminação Cênica”, de Alessandro Azuos DIFRAÇÃO Quando você utiliza a iluminação de palco e quer que a luz passe por entre espaços do cenário e você tem a sensação visual que, a luz passada por esta fresta, parece ser maior, expandir. Portanto é uma das explicações para dizer que a luz se comporta também em ondas, embora a explicação mais comum quando se fala da “experiência da dupla fenda”. Abaixo uma “amostra visual do comportamento de onda quando a luz passa por obstáculos, frestas, etc”. Certamente, é importante citar que esse fenômeno: É a propriedade que a onda possui de contornar o obstáculo e se propagar. Ou seja: Quanto maior o comprimento da onda (vermelhos), mais fácil será sua difração. Por outro lado alguns casos de ondas muito pequenas (azuis), elas provavelmente não conseguirão se difratar tão bem. REFRAÇÃO A refração é um processo que ocorre nas ondas, mais estudado na luz: ocorre que ao atingir uma determinada superfície ela muda todo seu direcionamento chegando a inverter seu sentido de propagação; esse fenômeno é percebido na água: numa piscina por exemplo; na natureza a vemos no fenômeno do arco-iris: a luz que entra na gotícula sofre a dispersão ao chegar do outro lado desse meio sofre a refração como vemos no desenho ao lado; é importante concluir que isso só ocorre quando o facho de luz se propaga com velocidade diferente nos dois meios. Explicação técnica: É o fenômeno físico capaz de mudar a direção da luz após passar por determinados materiais. Em alguns casos pode causar decomposição das ondas formando o espectro de cores. trecho do livro “Dicionário de Iluminação Cênica”, de Alessandro Azuos Ou seja: A luz branca se separa em diferentes cores (comprimentos de onda) ao entrar numa gota de chuva, como a luz vermelha sendo refratada por um ângulo menor que a luz azul. Ao sair da gota de chuva, os
Iluminação Cênica é diferente da iluminação comum
Ser-Luz, uma boa Iluminação Cênica voltada para os projetos em espetáculos para teatro é capaz de criar momentos, ou seja, despertar emoções. Pense na “meia luz” de um jantar à luz de velas, utilizada para criar um ambiente romântico e despertar um clima sedutor em seus participantes. A total escuridão do momento do “parabéns para você”, quebrada apenas pela luz das velas do bolo de aniversário. Algo simples mas que tem a capacidade de transformar momentos. Primeiramente fala-se muito sobre a Iluminação Cênica para a arquitetura. Em termos conceituais podemos dizer que a mesma forma de iluminação cênica para teatro é a mesma iluminação cênica para a arquitetura. Claro que pensado para a situação e produtos bem diferentes dos que utilizados em termos de potência, fluxo luminoso, ângulo, incidência, cores, mas perceba que a fonte de luz é a mesma. Iluminação e seus mitos Se em momentos mais simples a Iluminação possui tamanha importância imagine em apresentações de balé ou de dança em geral? No cinema, a Iluminação errada pode arruinar cenas importantes de um filme, já pensou se no clímax do filme o rosto dos atores estiver na penumbra e o telespectador não conseguir ver as expressões deles? Acima de tudo, no teatro então a Iluminação Cênica apropriada possui uma importância vital. Pois tudo acontece ao vivo, se a luz ficar forte demais pode acabar incomodando os atores e atrapalhando a atuação deles. Ou se a luz ficar fraca demais, a plateia pode não conseguir visualizar a performance dos atores em sua totalidade. Em apresentações realizadas nos teatros a iluminação cênica desempenha um papel primordial. Não existe a possibilidade de se refazer uma cena ou de interromper a apresentação por conta de problemas com a iluminação. É justamente sobre isso que iremos tratar aqui, sobre a importância da iluminação para teatro. foto arquivo pessoal Qual a diferença da Iluminação Cênica para teatro? A maioria das pessoas está acostumada com a iluminação comum, presente em nossas casas e escritório, as quais não apresentam uma grande variedade nem dificuldades para manuseá-la. No entanto a iluminação para teatro possui uma infinidade de variações e cada uma tem uma utilização correta, podemos ter um contexto mais artístico em sua elaboração. O profissional especializado em iluminação cênica para teatro sabe exatamente qual a luz apropriada utilizar em determinada cena. Por outro lado a Iluminação correta pode: auxiliar os atores a transmitirem as emoções desejadas; assim como trazer o espectador para uma determinada e pontual situação; o foco e a intensidade correta da luz podem transformar o cenário e as cenas que estão sendo realizadas ali. Para quem desejar trabalhar com iluminação cênica para teatro saiba. Primeiramente que é necessário estudar e pesquisar muito sobre o assunto para poder transformar-se em um bom profissional. Esse profissional dever ser especializado e conhecer a luz e a iluminação de forma técnica, teórica, estética e aplicada em diversos segmentos artísticos. Saiba também deve ser atualizado: e dedicado a conhecer e envolver-se com softwares, aparelhos e comandos digitais. Pois com os constantes avanços da tecnologia, os equipamentos e as técnicas que o profissional utiliza estão sempre sofrendo mudanças e ele precisa se manter atualizado. Saiba que isso demanda tempo, esforço, dedicação e também investimentos financeiros por parte de quem realmente quer especializar-se em iluminação. Porém ao contrário do que muitos pensam, esse profissional desempenha um papel de grande importância para todos os tipos de apresentações teatrais. Iluminação Cênica também acompanha a modernidade O que seria dos grandes musicais da Broadway, shows, museus, espetáculos de teatro e dança se não fossem os profissionais especializados na iluminação para teatro? Com toda a certeza, esses musicais não teriam conseguido o sucesso que atingiram, e não seriam realizadas em vários países, alguns estão aí por anos e anos. Tão importante quanto os cenários, os atores e as músicas, são os estudos voltados à iluminação cênica apropriada. Sem ela, todos as outras partes de uma apresentação teatral não possuem toda a magia que vemos quando assistimos à uma apresentação teatral. Dizeres ‘preconcebidos‘: como “é complicado”, ou algo como “não gosto de mesas digitais”, ou “opero sem CUE, sou artista”, ou algo como“teatro não precisa de luz de LED ou aparelhos robóticos”. Tantos outras frases podem ser descartadas para quem realmente quer ser iluminador para a área de teatro. Então saiba que esses ‘preconceitos‘ já estão ultrapassados. É necessário a atualização constante nos estudos e sem medo de agir. Esses são alguns dos argumentos que sempre digo ao apresentar o meu desenvolvimento pela internet “Cartilha de Iluminação Cênica“. Nele comento sobre assuntos que nenhum outro canal comenta abertamente. Entretanto penso que já está na hora de quebrarmos alguns tabus de nossa profissão. Por isso apresento esta integração com a arquitetura. O mais importante é que tem ganhado e muito com as informações que apresento. Cada vez mais arquitetos e engenheiros têm me procurado para auxiliá-los em seus projetos. foto arquivo pessoal Mais brindes especiais para seus estudos Saiba mais no maior canal sobre Iluminação Cênica do Brasil, inscreva-se GRÁTIS agora mesmo aqui. 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O poder da Iluminação Cênica
Ser Iluminado, entenda sobre o poder da Iluminação Cênica. Esse é um post especial que gostaria de compartilhar algumas contigo, meu caro ser Iluminado. Já analisou sobre o poder que você tem em suas mãos? Iluminado, A Iluminação Cênica tem sido alvo de estudos mais amplos nestes últimos anos. Sua utilização ultrapassou a barreira dos palcos e do entretenimento. Percebeu-se uma função importante de seu uso também na arquitetura. Profissional em Iluminação nunca se esqueça: Em outras palavras, essa destreza e habilidade em lidar com um espaço através da “luz”: é função do iluminador, ou lighting designer (caso você goste mais de chamado assim). Entender tecnicamente ensinamentos básicos como as leis da física. Mixagem de cores em sistemas RGB ou CMY que são fundamentos iniciais e que qualquer profissional da iluminação deve dominar. Sobretudo, foi-se o tempo da ideia em que somente diretores e encenadores de teatro criavam iluminação para seus espetáculos. Certamente, hoje em dia essa nova função (entende-se nova por ter sido estudada e explorada com a chegada da energia elétrica) é atribuída a profissionais que dedicam-se cada vez a utilização da iluminação mais aprimorada em projetos. Acima de tudo, sei que generalizo projetos de iluminação, aumentando o leque de estudos tanto para as áreas mais funcionais como a arquitetura e engenharia. Também acrescento o desenvolvimento de áreas mais artísticas como o teatro, dança, ópera, show, museus e galerias, performance artística em geral. No entanto, seja qual for sua área de atuação a iluminação estará presente, querendo ou não. Com base nessa ideia argumento no vídeo a seguir a real importância do poder que a iluminação cênica exerce em nossa profissão Seja você um profissional que esteja iniciando ou já tenha muito tempo de carreira. Entenda a importância dos estudos técnicos e artísticos e o poder que tem em suas mãos. Primeiro assista o vídeo, depois disso entenda que a iluminação cênica pode e deve ser entendida tecnicamente. Com um poder fantástico de preenchimento espacial, deve ser totalmente controlada e compreendida em todo seu universo de atuação. Caso tenha alguma dúvida, fico à disposição para questionamentos para que possa entender essa força e energia que a profissão requer. Conclusão, entenda de forma técnica e artística e agregando às suas habilidades do dia a dia. Mais brindes especiais para seus estudos Saiba mais no maior canal sobre Iluminação Cênica do Brasil, inscreva-se GRÁTIS agora mesmo aqui. Depois disso, poderá ouvir também o Podcast do Cartilha de Iluminação Cênica, ouça no link abaixo: BORA ILUMINAR O MUNDO COM MAIS ILUMINAÇÃO CÊNICA!!!
Iluminação Cênica + LED para residências
Ser iluminado, hoje sobre a “Iluminação Cênica + LED para residências”. Essa tecnologia em luz LED tem avançado em todas as áreas e está provocando mudanças no cotidiano das pessoas. Mas por que falar o LED para residências num blog de Iluminação Cênica? Muitos profissionais de diversas áreas me procuram para diversos esclarecimento sobre a temática da “luz” em seus diversos segmentos. Por outro lado a luz de LED tem caído cada vez mais no gosto popular, existem diversos tamanhos e modelos dessas lâmpadas para seu lar. Contudo seja no modo como nos comunicamos, que graças à popularização das redes sociais, agora acontece de uma maneira totalmente diferente da que acontecia alguns anos atrás. Luz LED na Iluminação Cênica Apesar de ser uma novidade na área da iluminação residencial e de ambientes empresariais, a iluminação em luz de LED é um velho conhecido do pessoal das artes cênicas. Esse recurso vem sendo utilizado para iluminação cênica de eventos em geral há anos. Acima de tudo essa área se adequou melhor às suas necessidades técnicas e aplicativas. Contudo esse tipo de iluminação consome muito menos energia elétrica do que a iluminação feita com as lâmpadas incandescentes. Estas fontes estão caindo em desuso cada vez mais e sendo substituídas pelas lâmpadas fluorescentes e as novas lâmpadas com luz de LED. A luz LED na Iluminação Cênica e o gosto popular Parece que a luz em LED tem caído cada vez mais no gosto popular, pois além de ser mais econômica. Entretanto existem diversos tamanhos e modelos dessas lâmpadas que podem ser utilizadas em diversos equipamentos. Além dos modelos comuns, existem spots, luminárias e afins. Um outro exemplo útil esse é que essa fonte de luz não emite calor. O que considerando as altas temperaturas que nosso país atinge nas épocas mais quentes do ano, pode ser considerado algo bem útil. Apesar de que a luz de LED ainda possui um preço superior do que os que utilizam as lâmpadas incandescentes e fluorescentes, duram muito mais. Mas são produtos mais modernos e que possuem uma duração maior. Então ao avaliar a relação custo x benefício, você irá descobrir que o investimento vale a pena. Luz LED na Iluminação Cênica para profissionais em Arquitetura Os profissionais em projetos de iluminação, especializados em edifícios e residências, mais conceituados indicam para seus clientes sempre o que se tem de mais atual no momento. Eles recomendam equipamentos que utilizem iluminação LED. Assim como as lojas que vendem objetos de iluminação e decoração mais aprimoradas, apresentam entre os itens mais vendidos aqueles que utilizam esse recurso. As pessoas passam cada vez mais tempo conectadas e essas mudanças atingiram também o ramo da arquitetura e do design. Ou seja, quando falamos de iluminação, essa é uma área quem está sofrendo grandes mudanças com a chegada da iluminação em luz de LED. Em suma: a tecnologia e a iluminação LED estão em constante crescimento e com toda a certeza, vieram para ficar em nossas vidas e em nossas casas. Mais brindes especiais para seus estudos em Iluminação Cênica Saiba mais no maior canal sobre Iluminação Cênica do Brasil, inscreva-se GRÁTIS agora mesmo aqui. Depois disso, poderá ouvir também o Podcast do Cartilha de Iluminação Cênica, ouça no link abaixo: BORA ILUMINAR O MUNDO COM MAIS ILUMINAÇÃO CÊNICA!!!
Iluminação Cênica e sombras: 21 artistas – parte 5/5
Iluminação Cênica e as sombras. Uma série especial em que o convido a aprofundar mais seus estudos para seus projetos em iluminação. Ser Iluminado, comentarei nesta série sobre 21 artistas e seus trabalhos artísticos com luz e sombra. Certamente servirá para amplie seus instintos e suas idéias. Meu caro iluminado, minha cara iluminada!! Chegamos ao último post dessa semana especial comentado sobre sombras e que de alguma possa servir de inspiração para seu trabalho na iluminação cênica. São informações que ajudarão você: a pesquisar mais; ganhar na percepção em suas argumentações sobre artes visuais; e adquirir mais conhecimento para dividir com seus amigos e colegas no ramo artístico. Nesta última parte, os últimos 5 de minha lista que também possuem assinaturas exclusivas em suas composições visuais. Alguns vão desde experimentos efêmeros feitos na casa do artista a obras que estão expostas em grandes museus e galerias pelo mundo. Acima de tudo, a ideia dessa série especial é mostrar que temos artistas e criadores em todas as partes do mundo. Cada qual com seu modo e jeito de ser na profissão, mas o melhor de tudo é o ensinamento que cada um tem e merece minha total reverência por sua arte. Nosso quinto e último post, os artistas e designers: 17 – Sana Anil Kumar: jovem indiano que cria uma arte efêmera, utilizando os mesmo objetos 18 – Stephen Knapp: artista americano, utiliza vidros coloridos na arte do “lightpainting” 19 – Shigeo Fukuda: o designer japonês, reconhecido no mundo todo e um pouco de suas obras com sombra 20 – Teodosio Sectio Aurea: o designer grego que transforma a sombra em réplicas de obras conhecidas 21 – Tim Noble & Suan Webster: artistas ingleses, transformam sucatas e descartes de taxidermia em arte 17 – Sana Anil Kumar O jovem indiano Sana Anil Kumar tem vídeos incríveis com sua arte de luz e sombra, utilizando diverso materiais encontrados em cotidiano. Contudo, ele cria obras efêmeras das quais poderão encontrá-las no youtube e em sua página, logo abaixo. Confesso que fiquei fascinado com a forma com que conduz a arte da iluminação e sombra, por isso faço questão de tê-lo na lista. Também lembro que nosso trabalho é muito efêmero e adaptável, assim como ele mostra neste vídeo. Selecionei este vídeo para mostrar a imagem icônica em Titanic: Links para que possa pesquisar mais: https://www.facebook.com/sana.anilkumar.96 18 – Stephen Knapp Stephen, americano, é o mais colorido de toda essa seleção que comento nesta série; esse artista é conhecido por criar e divulgar o “Lightpainting”, uma nova arte do século XXI. conforme seu site, sua inspiração vem dos estudos de luz, cor, dimensão, espaço e percepção. ele foi fotógrafo com trabalhos e pesquisas próprias de experimentação. também progrediu para a construção de grandes painéis de metal e murais cerâmicos vidrados que são reflexivos e responsivos às condições de luz em mudança. Fiquei fascinado com a luz toda a minha vida, tanto pelo que ele pode fazer quanto pelo efeito que tem sobre nós. Quando eu encontrei uma maneira de me expressar exclusivamente na luz, abracei-a completamente. Ficou conhecido internacionalmente através de grandes obras de arte realizadas em museus, coleções públicas, corporativas e privadas, através de meios tão diversos como a luz, forno de vidro formado, metal, pedra, mosaico e cerâmica. Já realizou exposições individuais: no Museu de Arte de Boise, o Museu de Arte Chrysler, o Museu de Arte de Nápoles, o Instituto Butler de Arte Americana, o Instituto de Arte de Dayton eo Instituto de Artes Flint, entre outros. Seu trabalho tem aparecido em muitas publicações internacionais, incluindo Arte e Antiguidades, Arquitetônico Record, ARTnews, The Asahai Shimbun, Cerâmica Mensal, The Chicago Sun Times, Interior Design, The New York Times, Arquitetura Progressiva, Revista Escultura, The Washington Post e outros. O vídeo mostra muito sobe a arte do “Lightpainting”, é muito linda e inspiradora: Links para que possa pesquisar mais: http://www.stephenknapp.com/ 19-Shigeo Fukuda Shiego Fukudo nasceu em Tóquio. Ele é um dos grandes designers modernistas que deixou sua marca como um grande artista da ilusão de ótica. Ele foi também grande defensor de causas humanistas e do meio ambiente. Essas são qualidades que demonstram não somente o grande artista. Mas também um ser humano, preocupado com o outro, merece estar na lista assim como os outros. A perspectiva é muito importante para a comunicação visual. Em minha opinião, o design gráfico não é negócio, penso que é cultura. O trecho acima está na entrevista do vídeo abaixo em que mostra suas obras e seu bom humor em diversas situações deste trecho do programa: Links para que possa pesquisar mais: www.zupi.com.br/brincando-com-sombras-por-shigeo- fukuda / http://www.famousgraphicdesigners.org/shigeo-fukuda https://br.pinterest.com/pin/417427459190777090/ 20 – Teodosio Sectio Aurea Em primeiro lugar, esse artista grego, tem grande parte de seu trabalho dedicado a “shadow art“. Apropria-se de diversos materiais e transforma sucatas em réplicas de grandes obras, como poderá ver no vídeo abaixo. Um de seus exemplos é a capa do vídeo que está atrás dele “Guernica, de Picasso”. Também desenvolve trabalhos com pinturas em estilo moderno e projeta móveis. Em seu site oficial, você clique no menu “sobre” e aparece a descrição: Eu ofereço os serviços de um mediador entre Fantasia e Realidade. Com prazer, vou invadir seu próprio sistema perceptivo . Poderá ver em seu site todos os trabalhos que possui com sombras, obras incríveis e diversos materiais em seus projetos, o vídeo mostra uma parte: Links para que possa pesquisar mais: http://teodosio.gr/ https://www.youtube.com/user/DIODORO1978 21 – Tim Noble & Suan Webster O casal de artistas ingleses atua em diversas áreas das artes visuais. Sobretudo tem parte dele dedicada a luz e sombra. Ambos são conhecidos mundialmente pelos materiais que utilizam que vão desde os mais comuns como sucatas e lixo até resíduos descartados de criaturas de taxidermia. Em minha opinião, também merecem aquela atenção maior, principalmente nos objetos criados com o lixo que acumulam, podem ver na
Iluminação Cênica e sombras: 21 artistas – parte 4/5
A Iluminação Cênica e as sombras. Uma série especial em que o convido a aprofundar mais seus estudos para seus projetos em iluminação. Ser Iluminado, comentarei nesta série sobre 21 artistas e seus trabalhos artísticos com luz e sombra. Certamente servirá para amplie seus instintos e suas idéias. Caro ser luz, grato por estar acompanhando esta série de posts especiais, sobre Iluminação Cênica e Sombras. Nesta terceira parte teremos artistas e designers que configuraram suas obras desde materiais de sucata a materiais mais sofisticados como filros dicróicos calculados, a utilização da porcelana estática que ganha vida, a frieza do aço que nos faz pensar e palitos com cookies que trazem Star Wars no jogo da luz e sombra. , ao mesmo tempo, apresento Olafur Eliassun para quem ainda não o conhece, que talvez seja o maior em número de obras e instalações artísticas com luz que temos atualmente. Neste quarto nossos próximos 5 estudos de sombra para nos ajudar a criarmos mais em iluminação cênica: 12 – Larry Kagan: americano, especializado em esculturas de aço 13 – Laurent Craste: francês, utiliza a porcelana como trabalho 14 – Olafur Eliasson: dinamarquês, trabalha com variados materiais refletivos 15 – Rashad Alakbarov: do Azerbaijão, utiliza-se de sucata para compor espaços com climas do “impressionismo” 16 – Red Hong Yi: arquiteta e artista nascida na Malásia, impressiona com os materiais que formam personagens de Star Wars 12 – Larry Kagan Este artista americano trabalha com esculturas em aço, que a primeira vista, suas obras parecem não ter forma alguma mas quando iluminadas ganham um aspecto de imagens tridimensionais que você nem imagina. Um trabalho de percepção visual incrível e sutil ao mesmo tempo imprevisível e chocante quando se enxerga a forma por completa. Larry Kagan acrescenta em seu site: Estamos mais ou menos conscientes da presença de sombras, uma vez que nos dizem algo sobre o nosso ambiente, mas não olhamos para eles – a menos que chamem a atenção para si mesmos por algum comportamento estranho ou inesperado. Nesse vídeo poderá ver algumas obras e seus comentário sobre o processo para a criação: Links para que possa pesquisar mais: http://larrykagansculpture.com/ 13 – Laurent Craste O francês Laurent Craste trabalha com a porcelana e criou a obra que viralizou pela internet intitulada “PARADE”, consegue através de uma brincadeira em “balançar” uma lâmpada para fazer com que as imagens estáticas comecem a “brincar” pelo espaço. Um ideia fantástica e muito irreverente, uma brincadeiras em que adultos voltam a serem crianças e vivenciar o lúdico. Suas obras estão expostas em muitas coleções públicas e privadas, como a coleção permanente do Museu de Belas Artes de Montreal, a coleção pública do Departamento de Relações Exteriores e Comércio Internacional do Canadá, a coleção Cirque du Soleil, o Musée de Châteauroux (França) e coleções permanentes do Museu dos mestres e artesãos do Quebec, a cidade de Montreal e as coleções Loto-Quebec, entre outros. Abaixo um dos vídeos viralizados pela internet: Links para que possa pesquisar mais: http://www.laurentcraste.com/ 14 – Olafur Eliasson Olafur Eliassum, artista dinamarquês, creio que é um dos grandes representantes dos artistas visuais que trabalham com a luz de forma singular e original. Dentre inúmeras obras, destaco “Multiple Shadow House” em que “brinca” com diversas fontes de luz dura e suas projeções na parede das salas, verá diversos formatos e cores; escolhi essa obra que poderá “brincar” com esses efeitos em seus projetos. O artista Olafur tem uma variedade imensa de instalações em que utiliza a sombra como elemento de composição espacial juntamente com vidros dicroicos e diversos objetos espelhados que vale muito a pena conferir em sua página na internet. Vamos ao vídeo selecionado para entender melhor a proposto dele: Links para que possa pesquisar mais: http://olafureliasson.net/archive/artwork/WEK100053/multiple-shadow- house 15 – Rashad Alakbarov Rashad Alakbarov, nasceu no Azerbaijão, artista visual que compõem com a sucata de diversos materiais composições incríveis em suas instalações. Seus projetos vão desde canos, misturados tudo que possa imaginar, cria instalações aéreas e coloridas que nos remetem a um espaço artístico da arte do impressionismo, tamanha é a delicadeza e perspicácia visual com quem compõem sua arte com a sombra. O vídeo a seguir mostra diversas esculturas e como ele trabalhou algumas delas, veja que interessante o processo de criação e o visual final que consegue em sua obra: Links para que possa pesquisar mais: Rashad Alakbarov 16 – Red Hong Yi Essa artista plástica da Malásia, trabalha com os mais diversos materiais em todas as suas obras, e destaco o uso de de saquinhos de chá para criar retratos e alguns quadros em que utiliza o fogo para queimar palitos e criar desenhos. Mas a obra que quero mostrar é a sombra que ela cria personagens da saga Star Wars. No entanto, o mais engraçado o material utilizado que mistura folha de alumínio, placas de computador recortadas, folhas secas, algodão, tecido jeans e biscoitos de chocolate. Em entrevista (clique aqui para ler na íntegra) comenta sobre o uso dos diversos materiais: Gosto de usar materiais que têm uma conexão com a pessoa ou assunto que eu estou pintando. Eu costumo começar fazendo muita pesquisa sobre uma pessoa que eu quero pintar, ou eu trabalho no sentido inverso … Eu recebo inspiração por um objeto, e penso como associá-lo. Uma obra incrível que é interessante você conhecer e assistir: Links para que possa pesquisar mais: http://redhongyi.com/portfolio Aproveite e siga para o quinto post sobre Iluminação Cênica e Sombras. Leia o quinto e último post da série neste link. Mais brindes especiais para seus estudos na Iluminação Cênica Saiba mais no maior canal sobre Iluminação Cênica do Brasil, inscreva-se GRÁTIS agora mesmo aqui. Agora poderá ouvir o Podcast do Cartilha de Iluminação Cênica, ouça no link abaixo: BORA ILUMINAR O MUNDO COM MAIS ILUMINAÇÃO CÊNICA!!! Atenção importante para os avisos a seguir: Acima de
Iluminação Cênica e sombras: 21 artistas – parte 3/5
A Iluminação Cênica e as sombras. Uma série especial em que o convido a aprofundar mais seus estudos para seus projetos em iluminação. Ser Iluminado, comentarei nesta série sobre 21 artistas e seus trabalhos artísticos com luz e sombra. Certamente servirá para amplie seus instintos e suas idéias. Caro iluminado, vamos para a nossa segunda parte? Tentei mesclar 21 diversos estilos de artistas que trabalham com a sombra e cada qual com sua originalidade de seu trabalho. Neste terceiro post proponho resultados de instalações artísticas que remetem a folhagens de florestas, formas estranhas em alumínio que formam frases, passando por bulbos de lâmpadas desenhados que criam cenários, peças de lego que formam diferentes desenhos e as famosas “sombras falantes”. Para mim é um trabalho muito importante por fazer parte dos estudos em iluminação cênica, conhecer outros trabalhos que para nos inspirar a criarmos sempre. Nesta terceira etapa teremos mais 5 artistas e designers: 7 – Fred Eerdekens: artista belga que brinca com a total espacialidade da sombra de suas obras em instalações 8 – Hilden & Diaz: dinamarqueses, esses artistas que criaram o pendente que mostra a projeção de sombras de árvores numa floresta 9 – Ingegerd Raman: a design suéca, nos mostra como uma simples lâmpada pode criar sombras num espaço 10 – John V. Muntean: americano e PhD em Química, mostra numa única peça giratória de Lego 3 formas incríveis e inusitadas 11 – Kumi Yamashita: a artista japonesa traz numa brincadeira muito criativa com as “sombras que conversam” 7 – Fred Eerdekens Artista belga, nascido em 1951, desenvolve seus trabalhos em três componentes: linguagem material sombras Os textos que aparecem descritos através dos materiais utilizados, são de sua própria autoria. Ele aproveita a falha da luz, no caso a sombra, e brinca com a espacialidade onde a luz não está presente. Em meu trabalho sempre opto pelo desvio da sombra, da sugestão ou da ilusão. A obra só existe pela graça de sua sombra. Luz e sombra se cancelam mutuamente. No entanto, ambos os elementos são necessários no meu trabalho. Acima são textos encontrados em seu site oficial, link abaixo do vídeo, que mostra o quanto há de preocupação em seu trabalho com o lúdico de palavras e expressões. Uma característica de sua bora que fascina e torna um trabalho de estudo aprofundado, por isso fiz questão de colocá-lo nesta seleção. Em seu site poderá ver que além das esculturas têm diversos trabalhos com outras variações técnicas, principalmente em aquarela. Abaixo um vídeo da Deutch Welle, que verá uma “palhinha” do minucioso trabalho deste artista: Links para que possa pesquisar mais: www.fred-eerdekens. be 8 – Hilden & Diaz Hiilden & Diaz são artistas dinamarqueses que criaram o pendente “Forms in Nature”, que mostra a projeção de sombras de árvores numa floresta. Portanto achei bem interessante o visual, seria como utilizar-se de diversos gobos numa cena, aqui nos mostram uma forma de uma única fonte de luz que preenche 360º de um local. Para curiosidade, esse pendente com iluminação 3D: leva 8h de montagem, possui as dimensões 0,61m x 0,51m x 0,48m (alt), utiliza lâmpada de 90W com dimmer, existem apenas 100 unidades e custa por volta de $4.100,00 dólares, o trabalho vem assinado e com certificado de autenticidade (claro). As inspirações por trás desse projeto são a descrição romântica do pintor alemão Casper David Friedrich do homem no selvagem e os desenhos de plantas e animais dos naturalistas alemães Ernst Haeckel. Como Pio declarou: Queríamos recriar o sentimento de estar cercado por uma natureza misteriosa, enchendo o quarto com essas sombras de natureza desconhecida, e sendo dominado por ele. O texto acima é de livre tradução, dúvidas clique aqui para ler o original. Na sequência poderá ver o efeito do pendente “Forms in Nature”: Your Website TitleLinks para que possa pesquisar mais: http://www.hildendiaz.dk/ https://piodiaz.wordpress.com/ mymodernmet.com/on-sale-chandelier-that-produces-a-shadow-forest-of-wild- trees/ 9 – Ingegerd Raman A design sueca Ingegerd Raman, especializada em composições de vidro e cerâmica, nos brinda com sua fantástica coleção “LIGHT SHADOW”. Ele traz a inspiração e fascínio por sombras desde sua infância, em que busca brincar com as junções das sombras refletidas nas paredes e tetos. Sua obra em iluminação é criar bulbos em formato de lâmpadas convencionais, tipo Edison. Porém com os vidros trabalhados em texturas, podendo gerar diferentes efeitos e composições visuais das sombras. Esses vidros para sua composições são fabricados em parceria com a luxuosa fabricante de vidros e cristais Orrefors Kosta Boda. No vídeo abaixo poderão ver alguns detalhes de como a artista trabalha as texturas: Links para que possa pesquisar mais: http://www.scandinaviandesign.com/ ingegerdraman/ http://percepcao.typepad.com/percepcao/2008/01/efeitos-luminos.html 10 – John V. Muntean Já brincou com as sombra das peças do puzzle LEGO? É esse um dos incríveis trabalhos do artista americano John V. Muntean, e mais incrível é sua formação, pois, é Ph.D em Química da Universidade de Chicago. Essa ideia de esculturas 3D em sombras surgiu em sua tese de 1990 “Aspectos Quantitativos da Espectroscopia de Ressonância Magnética Nuclear de Carbono-13“, foi a principal condutora para sua obra “Magic Angle Sculpture”. Conforme informações através de seu site: Foi um cientista de pesquisa para o Departamento de Energia e indústria privada e Professor de Química Orgânica. Ele é atualmente um espectroscopista no Argonne National Laboratory. Vive perto de Chicago, Illinois EUA. Vejam no vídeo que numa única peça, o artista consegue projetar um DRAGÃO, um AVIÃO e uma BORBOLETA: Links para que possa pesquisar mais: http://www.jvmuntean.com/ 11 – Kumi Yamashita Kumi Yamashita é uma artista japonesa, mas atualmente mora em Nova York – EUA, e tenho total reverência por seu minucioso e irreverente trabalho, consegue através de peças que parecem estar jogadas aleatoriamente pelo espaço, ela consegue um visual perfeito e incrível através das projeções de sombras desses fragmentos que parecem perder-se no lugar. Utiliza-se de diversos materiais como papel, madeira, tecidos, alumínios e placas de aço inoxidável presos às
Iluminação Cênica e sombras: 21 artistas – parte 2/5
Iluminação Cênica e as sombras. Uma série especial em que o convido a aprofundar mais seus estudos para seus projetos em iluminação. Ser Iluminado, comentarei nesta série sobre 21 artistas e seus trabalhos artísticos com luz e sombra. Certamente servirá para amplie seus instintos e suas idéias. Fala ser iluminado, blz? Nesse nosso segundo encontro está bem diversificado, acho que terá muitas inspirações com os artistas. Lembrando que os 21 artistas que comento, estão em ordem alfabética e com trabalhos muito variados da iluminação cênica com diversos objetos, que poderão ajudá-lo em ideias e inovações para seus projetos. Hoje comento: sobre um brasileiro que tem um trabalho maravilho com teatro de animação; na sequência passo pela escrita árabe que numa criatividade tremenda projeta sombras com cenas impressionantes; também verá os arabescos de Alhambra num pendente magnífico; numa outra, a peça giratória que aparece a silhueta de Michael Jackson; além de grandes paredões com arte projetada para iluminação natural que acompanha as mudanças da luz solar. Acima de tudo verá muitas outras curiosidades que deixarei você encontrar com os 21 artistas. Tenho certeza que trará sua inspiração à tona. Artistas do segundo post: 2 – Alexandre Fávero: artista brasileiro, profissional e pesquisador em criação e manipulação em teatro de sombras 3 – Anila Quayyum Agha: pasquitanesa e artista plástica que transforma espaços com sua grandiosa arte 4 – Bassam Al Selawi e Maysoon Masalha: são da Jordânia, criam esculturas com escritas árabes que formam desenhos singulares 5 – Diet Wiegman: holandês e artista multidisciplinar que traz Michael Jackson à sua escultura em movimento 6 – Fabrizio Corneli: italiano de Firenze, artista plástico que dedica parte de suas obras com a luz natural e em grande paredões 2 – Alexandre Fávero É com prazer que inicio a série “Iluminação cênica e sombras” com esse grande mestre, que tenho o prazer de conhecê-lo pessoalmente. Ator e artista brasileiro e Porto Alegre. É cenógrafo, diretor, pesquisador, encenador, ator, sombrista, diretor de arte, produtor, aderecista, bonequeiro e cenotécnico. Diretor da companhia especializada em sombras Cia Teatro Lumbra de Animação e Clube da Sombra (abaixo os links). Alexandre Fávero e sua equipe do teatro Lumbra, são referências através de seus projetos na América do Sul através de seus diversos trabalhos para teatro de sombras. Conta com divulgações em revistas e sites especializados. Abaixo um trecho em que comenta a necessidade do treinamento do “VER”, enquanto a percepção do sombrista: A visão e o olhar na cena (trecho extraido do link: http://dramasombra.blogspot.com.br/2012/01/reflexoes-sobre-as-regras-e-o-jogo-na.html) “Ver” o que acontece na cena de sombras exige um treinamento específico para ampliar o campo de visão, além daquilo que está disposto frente aos olhos ou daquilo que se usa para realizar a cena. O olho do sombrista é exercitado para imaginar e ver aquilo que não é visível. A imaginação faz parte desse olhar diferenciado, pois é o recurso usado para inventar as imagens. Antes de praticar com imagens que não existem, o sombrista precisa ver aquilo que está lá, mesmo que seja em condições inapropriadas. Segue um vídeo com a “convivência artística imersiva promovida pela Caixa do Elefante Teatro de Bonecos e UNIMA – CAL”: Links para que possa pesquisar mais e entrar em contato: http://clubedasombra.com.br/ https://www.facebook.com/clubedasombra/ https://www.youtube.com/ watch?v=5SGA339qwYU&list=PLAEC87BF232E05034 http://dramasombra.blogspot.com.br/ Revista UMBRA: especializada em Teatro de Sombras com artigos de Alexandre Fávero e outros sombristas da América do Sul: https://issuu.com/revistaumbra/docs/ numero1 https://issuu.com/revistaumbra/docs/ numero2 3 – Anila Quayyum Agha Artista plástica pasquitanesa que nos brinda através de sua instalação “Inersections” no Rice Gallery, com uma obra utilizando a sombra através de uma única fonte de luz. Portanto a inspiração é sua experiência seminal de exclusão de Agha como uma mulher das Mesquitas, um espaço de comunidade e criatividade, enquanto crescia no Paquistão. O friso de madeira emula um padrão do Alhambra, um palácio onde os discursos islâmicos e ocidentais se encontraram e co-existiram em harmonia, e serve como uma metáfora da união. O vídeo mostra alguns detalhes da obra “Intersections”, mais sobre ela, poderá ver no link logo abaixo: Links para que possa pesquisar mais: http://anilaagha.squarespace.com/ 4 – Bassam Al Selawi e Maysoon Masalha Artistas da Jordânia e se formaram em artes plásticas na Universidade Yarmook. Possuem um trabalho desafiador e gratificante, ensinaram arte em escolas das Nações Unidas para os palestinos refugiados. Masalha acrescenta que: … foram os períodos mais importantes em sua carreira educacional. Como ela viu o impacto positivo que a arte estava fazendo nas crianças e na sociedade, acreditando no poder da arte para mudar o mundo para melhor. Em 2012 mudaram-se para Abu Dhabi e criaram Abu Dhabi Art Hub divindem sua arte com processos administrativos e de ensino. Além dos trabalhos em conjunto também desenvolvem trabalhos individuais O vídeo mostra a obra “Shadow Art & Ceramic Sculpture”, preste atenção ao detalhes requintados da cultura Palestina que formam sombras com uma riqueza de detalhes impressionantes: Links para que possa pesquisar mais: http://www.baginskaya.com/artists/bassam-al-selawi-and-maysoon-masalha http://gulfnews.com/culture/arts/a-hidden-world-in-the-shadows-1.1352425 http://baginskaya.com/gallery/artworks?field_media_tid=All&field_artist_nid=450 5 – Diet Wiegman Holandês e artista visual, nasceu em 24 de janeiro de 1944. Ele sempre se comprometeu em toda sua carreira em ser um artista multidisciplinar, faz desenhos, pinturas, objetos de vidro e cerâmicas, arte-performance e esculturas de arte pública. No entanto seu maior destaque são suas esculturas de luz, em trabalha a projeção de formas a criarem uma silhueta através das sombras, um trabalho seu icônico de suas esculturas. É um artista visual em aplica-se na junção com suas performances entre música, dança e teatro, integrando sua arte à combinação de suas obras, criando muitos períodos em sua carreira, em que argumenta: Faça uma correlação à vida, assim como cada pessoa reutiliza suas primeiras experiências e memórias e as combina com novas conquistas do presente. Foi eleito o artista mais brilhante da Holanda em 2009 e 2010, possuindo sua arte expressada desde o espaço público até em propriedades de museus, galerias e colecionadores no mundo todo. Prestem